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Reflexions Sur Le Langage (Nc)

de Noam Chomsky
idioma: francês
Editor: FLAMMARION, novembro de 2011 ‧
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Comment un individu, à partir de données très limitées, peut-il développer un savoir aussi riche que le langage ? L'enfant, immergé dans une communauté linguistique, est confronté à un ensemble très restreint de phrases souvent imparfaites, inachevées. Néanmoins, il parvient à "construire" la grammaire de sa langue, à développer une maîtrise très complexe que l'expérience seule ne peut induire. En étudiant les problèmes posés par l'acquisition du langage, Chomsky rejette les spéculations empiristes et insiste sur les nécessités biologiques qui a priori déterminent le système cognitif.

Reflexions Sur Le Langage (Nc)

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9782081272163
Editor: FLAMMARION
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Francês
Páginas: 283
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poesie Flammarion
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782081272163

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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