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Quotidiano Instável

Crónicas (1968-1972)

de Maria Teresa Horta
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, setembro de 2019 ‧
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Quotidiano Instável é o título da coluna publicada por Maria Teresa Horta no suplemento Literatura & Arte do jornal A Capital, entre 1968 e 1972. Inicialmente concebida como um espaço de crónica, a coluna assumiu progressivamente um carácter ficcional, especialmente notório quando lemos as crónicas reunidas num livro como agora acontece.

A belíssima prosa poética de Maria Teresa Horta acaba assim por ser lida como uma unidade ficcional, a prenunciar o primeiro romance da escritora, Ambas as Mãos sobre o Corpo, que Eduardo Prado Coelho incensou como uma obra-prima.

Quotidiano Instável

Crónicas (1968-1972)

de Maria Teresa Horta

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722067331
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 235 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789722067331

Crónica

Sara Loureiro

A escrita de Maria Teresa é sempre magnífica. Não desilude.

SOBRE O AUTOR

Maria Teresa Horta

Maria Teresa de Mascarenhas Horta Barros (Lisboa, 20 de maio de 1937 - 4 de fevereiro de 2025) foi uma escritora, jornalista e poetisa portuguesa, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960 a sua obra poética foi coligida em Poesia Reunida (Dom Quixote, 2009), obra que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Em 2012 publicou As Palavras do Corpo – Antologia de Poesia Erótica, no ano seguinte, A Dama e o Unicórnio, em 2016, Anunciações, vencedor do Prémio Autores SPA / Melhor Livro de Poesia 2017, Poesis (2017), Estranhezas (2018) e a antologia Eu sou a Minha Poesia (2019), o seu mais recente livro. É ainda autora dos romances Ambas as Mãos Sobre o Corpo, Ema (Prémio Ficção Revista Mulheres) e Paixão Segundo Constança H., e coautora com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de Novas Cartas Portuguesas. Ao seu romance As Luzes de Leonor, a Marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis (2011), foram atribuídos os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura.

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