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Qu'Est Ce Que Le Capitalisme

de Karl Marx
idioma: francês
Editor: DEMOPOLIS, junho de 2010 ‧
15,63€
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Une nouvelle traduction des chapitres sur la théorie de la valeur et la plus-value du Capital de Karl Marx. Un capitaliste est un propriétaire d'argent qui achète des marchandises pour les transformer en plus d'argent. La plus-value est le seul but de ces échanges. Marx a identifié son origine : une seule marchandise, le travail humain, possède la propriété de créer plus de valeur qu'elle n'a coûté. En l'achetant, le capitaliste s'approprie du travail non payé : la plus-value. L'argent devient ainsi du capital. La fabuleuse création de richesses, l'épuisement des ressources naturelles et la crise actuelle du capitalisme reposent sur l'extraction sans limites de la plus-value. Biographie des auteurs : Gérard Mordillat est romancier et cinéaste. Depuis Vive la sociale ! il explore le monde du travail. Les vivants et les morts (2005) fait l'objet d'un film de Gérard Mordillat. Notre part des ténèbres (2008) est son dernier roman. Karl Marx est l'auteur du célèbre Manifeste du parti communiste. Il a participé à la création de la première Association internationale des travailleurs

Qu'Est Ce Que Le Capitalisme

de Karl Marx

Propriedade Descrição
ISBN: 9782354570385
Editor: DEMOPOLIS
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 134
Tipo de produto: Livro
Coleção: Vivre Durablement
Classificação Temática: Livros em Francês > Economia, Finanças e Contabilidade > Economia
EAN: 9782354570385

SOBRE O AUTOR

Karl Marx

Filósofo alemão nascido em Trèves (Renânia) em 1818. Acerca dele se afirmou: «No século dezanove foi o pensador que teve, de longe, a influência mais direta, deliberada e poderosa sobre a Humanidade» (Isaiah Berlin). Sensível aos problemas sociais da época, foi influenciado pelas doutrinas do socialismo utópico de Saint-Simon, Charles Fourier e Robert Owen e pelas teorias da economia política de Adam Smith e David Ricardo, que tentou superar.
O pensamento de Marx define-se essencialmente em oposição ao idealismo hegeliano, embora dele retome a conceção dinâmica da realidade e os princípios da dialética, reinterpretando-os à luz de uma conceção materialista. A crítica fundamental que faz a Hegel é a de que este apenas se apercebeu do desenvolvimento espiritual abstrato, quando a ideia não é mais que «a matéria, trasladada e transformada na cabeça do homem», provocando, simultaneamente, uma inflexão no agir filosófico, afastando-o do domínio puramente teorético para o inserir na esfera da intervenção prática - «até ao presente, os filósofos só se têm preocupado com a interpretação do mundo segundo várias óticas. Todavia, o problema está em ser capaz de o transformar».

Recusando a transposição hegeliana do facto empírico para o plano metafísico, defende que não é a consciência do homem que determina o seu ser, mas o seu ser social que determina a consciência. É a partir dessa premissa que Marx constitui o sistema do materialismo histórico, segundo o qual os processos económicos estão na base de toda a evolução da humanidade, considerando todas as restantes manifestações socioculturais como meras superestruturas ideológicas, estritamente determinadas pelas relações de produção vigentes.
A história das sociedades é encarada como um longo processo dialético em que as classes oprimidas, vítimas de relações de produção desiguais, se revoltam contra as classes dominantes, instaurando uma nova ordem económica. A luta de classes percorre, portanto, todo o devir da humanidade, desde a antiguidade (sociedade esclavagista em que se opõe ao homem livre o escravo), passando pela sociedade feudal (oposição entre suserano e servo), até à sociedade capitalista, na qual a revolução do proletariado, através da abolição da propriedade privada e da coletivização dos meios de produção, suprimirá todos os antagonismos, instaurando o comunismo e a sociedade sem classes.

Marx debruçou-se em particular sobre a formação e a essência do capitalismo considerando que este se fundamenta numa apropriação indevida da mais-valia gerada pelo trabalho numa lógica de acumulação e concentração de riqueza que deixa completamente de lado a função social do trabalho e reduz o proletariado a um estado de alienação em que o trabalho deixa de ser um fator de realização pessoal. A religião, que classifica como «ópio do povo», associa-se a esse processo de alienação, prometendo aos proletários uma satisfação extramundana em troca da sua submissão à ordem estabelecida.
Marx morreu em Berlim em 1883. O seu sistema, desenvolvido em grande parte em colaboração com Friedrich Engels (1820-1895) e imbuído de objetivos sociais reformistas e emancipadores, marcou decisivamente toda a filosofia política contemporânea.

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