Quem Traiu Cristo?
Como os Papas traíram os princípios de Cristo
SINOPSE
Os escândalos económicos, sociais, políticos e sexuais dos senhores do vaticano.
Esta é a crónica de uma traição: a traição que os dirigentes da Igreja católica cometeram contra os próprios princípios, valores e normas que regem esta instituição. Durante dois mil anos, os papas parecem ter pregado uma mensagem muito diferente do modo como actuam, tanto na vida pública como privada. Quem Traiu Cristo? desvenda-nos o Vaticano como um ninho de lutas, vícios e corrupção, revelando-nos os inúmeros casos de assassinatos, simonia, despotismo, libertinagem e outros escândalos económicos, políticos e sociais que têm vindo a abundar na história desta cidade-estado. Nem o amor ao próximo nem a glória de Deus tiveram tanta influência nesta crónica macabra como o desejo de poder e luxo a que aspiraram os seus protagonistas. Esta é a história de como os papas se transformaram em traidores a Cristo.
EXCERTOS
O Antipapa
A Igreja católica tem enfrentado, ao longo da sua história, muitas rebeliões papais, coexistindo em simultâneo dois pontíficies, um reconhecido como papa e o outro considerado antipapa. Por exemplo, parte dos anos em que Símaco ocupou o trono «oficial», Lourenço fazia-o enquanto antipapa. O mesmo sucedia com João XXII e Nicolau V. Além disso, nalgumas ocasiões chegaram a coexistir o papa oficial e vários antipapas. Alexandre III (que reinou entre 1159-1164), Pascoal III (1164-1168), Calisto III (1168-1178) e Inocêncio III (1179-1180). Noutros casos, o aparecimento de antipapas ocorreu em períodos de turbulência eclesiástica, como foi o caso do Grande Cisma do Ocidente, relacionado com a transferência da corte papal de Roma para Avinhão, entre o final do século XIV e princípios do século XV.
O primeiro antipapa foi Hipólito, no século III, que se opôs ao papa Calisto I, a quem criticou duramente quando este suavizou as normas penitenciais sobre os pecados especialmente graves. Hipólito separou-se da Igreja e foi eleito bispo de Roma por um reduzido número de partidários seus. Por outro lado, há que dizer que o último antipapa foi Félix V, no século XV, que criou o estado de Sabóia. Mas... o que se entende exactamente por «antipapa»?
A Igreja considera como tais aqueles que reclamaram o título papal de forma não canónica, geralmente em oposição a um determinado papa ou durante algum período em que a cadeira estava vazia. O título de antipapa não é, necessariamente, um sinal de doutrina contraposta à fé ensinada pela Igreja, mas apenas uma pretensão - seja ela usurpada ou duvidosa - da legitimidade canónica da sua eleição e investidura como sumo pontífice da Igreja católica. Por essa razão, para a Igreja, estes antipapas não figuram na lista dos 263 papas que reinaram desde Pedro até Bento XVI.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789723323634 |
| Editor: | Editorial Estampa |
| Data de Lançamento: | abril de 2007 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 204 x 7 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Hermética |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Desenvolvimento Pessoal e Espiritual
>
Esoterismo
Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Espiritualidades |
| EAN: | 9789723323634 |
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