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Quel Temps Fait-Il En Afrique ?

de Martha Gellhorn
idioma: francês
Editor: CALMANN-LEVY, março de 2006 ‧
24,69€
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« Ce fut alors que tout bascula. Paul Nbaigu ne la désira pas moins, mais à ses yeux, elle devint loeennemi, comme tous les Blancs, celle qui, au fond, méprisait son pays, son peuple et donc le méprisait lui et ses espoirs. Aux yeux de Jane, ils noeétaient que des domestiques, des gens sans visage, voués à obéir aux ordres. Elle allait lui obéir à lui, décida-t-il, manger la poussière et aimer ça, et elle finirait par supplier quoeil lui pardonne doeavoir insulté son pays. » Quel temps fait-il en Afrique ? rassemble trois histoires qui se passent au Kenya, après loeindépendance : La Montagne, La Mer, Les Hautes-Terres. Trois romans courts qui mettent en scène les relations entre les colons britanniques et les Kenyans. Martha Gellhorn ne dénonce pas mais propose une peinture très crue, parfois cruelle, des rapports humains dans cette société dont elle souligne les travers, souvent avec humour.

Quel Temps Fait-Il En Afrique ?

de Martha Gellhorn

Propriedade Descrição
ISBN: 9782702136669
Editor: CALMANN-LEVY
Data de Lançamento: março de 2006
Idioma: Francês
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Beaux Livres Calmann
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782702136669

SOBRE O AUTOR

Martha Gellhorn

Martha Gellhorn (EUA, 1908-1998) publicou cinco romances, 14 novelas e duas antologias de contos. Queria ficar para a história primeiramente como romancista, mas é recordada pela maioria das pessoas como impressionante correspondente de guerra e por algo que a deixava fula: o breve casamento com Ernest Hemingway durante a Segunda Guerra Mundial. Enquanto jornalista, cobriu praticamente todos os grandes conflitos do século XX, desde a Guerra Civil Espanhola à invasão do Panamá pelos EUA em 1989. Era um trabalho completamente inovador para uma mulher, mas isso não a impediu de se tornar uma das testemunhas mais importantes do seu tempo ao longo de 60 anos de carreira, protagonizando episódios emblemáticos – por exemplo, depois de Hemingway lhe roubar a acreditação, Gellhorn embarcou clandestinamente num navio-hospital a 7 de Junho de 1944 e andou a recolher feridos durante a invasão da Normandia; além disso, os militares americanos fizeram com que o visto para regressar ao Vietname lhe fosse recusado, de tão enfurecidos que estavam com as reportagens que ela publicava no The Guardian. Aos 87 anos, quando já estava a ficar cega e datilografava por instinto, Gellhorn ainda foi para o Brasil escrever um artigo sobre o homicídio de crianças de rua.

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