Queda que as Mulheres Têm para os Tolos

de Machado de Assis
Editor: Palimpsesto, maio de 2013 ‧
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É o primeiro livro publicado por Machado de Assis e é também o livro mais controverso do genial autor brasileiro. Não por causa da eventual misoginia do tema, mas por causa da sua incerta autoria. Original? Tradução? Adaptação? A polémica tem um século e sobreviveu à descoberta do texto de Victor Hénaux que foi a fonte de Machado. Um ensaio paródico divertidíssimo.

Queda que as Mulheres Têm para os Tolos

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899583399
Editor: Palimpsesto
Data de Lançamento: maio de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 128 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 68
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899583399

Já é Machado

Proença

Apesar da polémica sobre a autoria desta obra, o que é certo é que nela se encontra o tom que acabaria por consagrar Machado de Assis. Esta é uma edição muito bonita de um pequeno tesouro literário.

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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