Que Futuro Hoje?
Economia, violência e sagrado, na perspectiva de Jean-Pierre Dupuy
Editor:
Pub.Maitreya Unip.,Lda, maio de 2018 ‧
ver detalhes do produto
24,00€
20%
DE DESCONTO IMEDIATO +
10%
CARTÃO
YTAwdlEyMDNSU3REUVhwSFUxQllXVkJIV214NmNVZG5iM2wxYUZNd1QybGFlazQzVTJWQ1pESnlNa1YyVm5JeVdYSlZhbmhqTTNKdk4zbHBiV0ZGWmtWNVkxbHFNM2hJYXpZNU9WUnBSbVZzTjNCclIwRkxObUkxTmxSek56UnBSWGMwVWk5T1dYRnFVVlV4TlhCRWNXcEJibEJFVldsVmVHNUVUVUZvZGtwR1p6RnJhbGczTjNJMWVqQlNTV3RKUm5scU1FVlphVE5qUzNCNWNGbG5hbUpMZDBSVFQxVktNVUo1WW1Sd1oyOHJWRTFKVHl0VlZXWkNOSG80YUhoclZIUm9ia2RRZWpneVpXTmlXbHBKUm14b1RURlhjV0ZNT0hOTFNXbDRhMk4yTWsxdVpUZGlTa1o1TkNzME4yMVFRamsyTWtGUWVVUTFTR0ZVY20xR2RGUjRkbFk1YlVvNFdEQjBjakZOUkhCVE5WUklSVzUyWVVWMlpVMHJlRlUwUzBsVEx6QlBlRFpZVkd4TFVYZFZOM1EwWmpoQk56WnJSQ3RJYlRFeVVtSk9ORFZMVm5WNmJqTkRWRkJ0YW5kQ2NDOVFUM2hxVGxwNlZGWkZVVUZTVERRd1RqQndjM1ExV1VNM1J6QlZUMjB2ZDJkd01XbElRME0wTURWaWFuQllXR3R1Vkd0WlUyRmFSMnRQWW5SME5GSkZORzl3VjNoMU9YbHNVVmRsWVV4S2Rtd3paVE5SVG5ZeU9YaG9PRXhqYVVvMGVIaFNXbXBRUVdSdFIydGlZeXRIYnpGWGJHRnZkaTlUVGtOc1NYcHJTMlpMYjA5T09DOVdabmhEZVVKa1pVUk1NV1V6V0ZjMWFISm9NakJsVm1KdFVsaFVaV3RCUkhGbFJuQXlSemhzTkVjMFVtZGxWR1psZFVwVlJrOVZXRXd6VFZBelJHZFJiMlYwUW5CamJtVlFOVUp5TWlzeE4ydDJZbUpZZG5WcU0xTTVPVzFLZUZaTGRtVlllRkExUm1aTlJsSjZORTQzZUUxWlZFNUdPV05TTnpWeFIyNTZkMEY1WVhsbFV6TnBTREV2VTFsc1RuaG1XbWRTUWtaUGJFZE5jMlpaTWpOTlpXUnlOREpLWm5sTlZFaEJRMWRsT1doa1lUVXlSME0zY0hsaVMyUlhaMDFDV0M5MlVFWlplalJ5WjFOT2VYQmFObVZRUWtwaVZsTnhka1ZxWmk5UGJXMXRWRUZvYUVSblJXVnBXSFZQWkRVMVpIRjVTRGxLYmt4dmNuZHlaREowY1c1amJtdHRhbUpyVDJ4YVkxWnhkSG8yVGtOaFl6UnZTM2hLWlhwclMyNHhUR3B6SzBSRFV6UnlSM1JsZG01S1JrOXhWazVuYmt0d1lTOU5RVDA5OjZTYVZJdXUyMWVWN2FlbWZ5aTFLbmc9PQ==
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
Parece-nos ponto assente que a origem ou génese da economia está no sagrado, no religioso.
Daí que a economia das sociedades tradicionais (e não só, como veremos) se encontre numa situação de total dependência e subordinação ao sagrado, às normas morais por ele prescritas e impostas.
Deste modo, a distribuição dos bens de subsistência ou da riqueza, obedecendo a preceitos rigorosos de solidariedade, assegura a sobrevivência de todos, não deixando nenhum membro da comunidade abandonado à sua sorte ou numa situação de exclusão social.
É com alguma propriedade que M. Sahlins, em Stone Age Economics, considera estas sociedades arcaicas como verdadeiras sociedades da abundância - não no sentido de que dispõem de coisas e recursos em abundância, mas no sentido de que o que existe tem de chegar para (a sobrevivência de) todos.
Daí que a economia das sociedades tradicionais (e não só, como veremos) se encontre numa situação de total dependência e subordinação ao sagrado, às normas morais por ele prescritas e impostas.
Deste modo, a distribuição dos bens de subsistência ou da riqueza, obedecendo a preceitos rigorosos de solidariedade, assegura a sobrevivência de todos, não deixando nenhum membro da comunidade abandonado à sua sorte ou numa situação de exclusão social.
É com alguma propriedade que M. Sahlins, em Stone Age Economics, considera estas sociedades arcaicas como verdadeiras sociedades da abundância - não no sentido de que dispõem de coisas e recursos em abundância, mas no sentido de que o que existe tem de chegar para (a sobrevivência de) todos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898691705 |
| Editor: | Pub.Maitreya Unip.,Lda |
| Data de Lançamento: | maio de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 146 x 209 x 40 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 720 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Saberes |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
|
| EAN: | 9789898691705 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
30%O Voo da AvePub.Maitreya Unip.,Lda14,40€ 20% + 10% CARTÃOportes grátis
-
30%Diálogos pela CiênciaUCP Editora7,92€ 20% + 10% CARTÃO