30% de desconto

Quasi-Mémoires ; Quasi Roman

de Carlos Heitor Cony
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, Janeiro de 2004 ‧
25,12€
17,58€
30% DESCONTO IMEDIATO
portes grátis
Lorsque le journaliste C.H. Cony reçoit à l'hôtel Novo Mundo une enveloppe à son nom, il l'identifie immédiatement comme venant de son père, mort dix ans plus tôt. Même écriture, même odeur, même manière. La simple vue de cette enveloppe déclenche alors une cascade de souvenirs et amène le narrateur à nous plonger dans le Rio de Janeiro des années 30, pour évoquer ce père qui, avec constance et ingénuité, se lance inlassablement dans les entreprises les plus fantastiques : il organise un pèlerinage en train pour aller voir un guérisseur, il part pour l'Italie en bateau faire la promotion d'eaux thermales, il lance un candidat à la présidence de la République, ou bien - c'est son occupation préférée - il fabrique des montgolfières en papier. Pour lui le pire est toujours sûr, mais il l'atteint avec allure. Et il recommence. Dans ce roman débordant d'énergie et de vie, Carlos Heitor Cony nous entraîne dans un maelström de souvenirs où le comique et le burlesque le disputent à l'émotion et au drame. Quasi-Mémoires est un grand roman picaresque et un magnifique hommage de l'écrivain à son père.

Quasi-Mémoires ; Quasi Roman

de Carlos Heitor Cony

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070747207
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: Janeiro de 2004
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Du Monde Entier
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Ficção
EAN: 9782070747207

SOBRE O AUTOR

Carlos Heitor Cony

Consagrado jornalista, Carlos Heitor Cony é igualmente um reconhecido escritor, tanto pelos seus romances como pelo que escreve em registo de crónica. Nascido em 1926, no Rio de Janeiro, o autor é, actualmente, colunista da Folha de São Paulo e, desde 2000, membro da prestigiada e elitista Academia Brasileira de Letras.
Estreou-se na imprensa em 1947, no Jornal do Brasil. O seu primeiro romance, O Ventre, é publicado em 1958. Dois anos depois, começa a trabalhar no jornal Correio da Manhã, do qual se demite em 1965 devido às críticas que dirigia ao governo militar.
Em 1971 publica Pilatos e declara que não voltará a escrever romances. Passa a dedicar-se à publicação de reportagens. Vinte e três anos depois quebra a promessa com Quase Memória, agora publicado pela Palavra.

(ver mais)

LIVROS DA MESMA COLEÇÃO

DO MESMO AUTOR