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Quase, Quase

de Fernando Mina

editor: Chiado Books
Descobri que a melhor maneira de começar a escrever uma primeira obra de ficção é não ter plano algum. Melhor. Estava irritado porque outro algo não me estava a correr bem. No caso, concluir um Chorus de Harmónica para submeter à apreciação do Mestre. Desisti, abri uma aplicação de texto, comecei a escrever o que me ocorreu. No dia seguinte olhei para aquilo. Decidi continuar. E, surpreendentemente, as ideias começaram a fluir. Aos poucos a Obra começou a formar-se em Potência. Aos poucos fui escrevendo. Já nem conseguia fugir da forma inicial. Da estética que me saiu sem decisão prévia. Para o conteúdo socorri-me de mim, e de todas e todos os que conheci.

De acontecimentos. De pensamentos. Do património que todos temos. A nossa vida. Algumas situações são reais, mas adaptadas. Todas as personagens fictícias são misturas de muitas e muitos. Pessoas autênticas. Puxei pela memória. Recreei ou reescrevi. O vivido, o visto, o sentido, o escutado. Para alguns pormenores falei com outras e outros. Dei uma espreitadela a alguns livros já lidos. Investiguei alguma coisa. Não muita. Assim sendo, é uma obra de absoluta ficção. Qualquer semelhança com pessoas, lugares, acontecimentos, é pura coincidência. Mas não para mim. Nunca estive preso, mas conheci muitos... Vagueei por zonas misteriosas, ocultas e desconhecidas porque me apeteceu. Não posso? Posso pois!

O significado de tudo isto é… o sentido de toda a obra é…

O que aprendi: É bom escrever. Mesmo que no fim olhe para o conjunto e chegue à conclusão que não sou um Escritor. Mas talvez seja a mais completa forma de criação. Escrever é, pode ser, aqui e ali, um tormento. Agora estou mais apto para mensurar o valor incomensurável daqueles que são verdadeiros Escritores. Se já os admirava, agora venero-os. Depois desta minha aventura como Aprendiz de Feiticeiro, o deleite de ler os Feiticeiros vai certamente ser mais completo.

Perdoem-me o calão ou as palavras obscenas. Mas, como fugir de algo que faz parte da comunicação?
Não de todos, obviamente.
Da minha, certamente.

Quase, Quase

de Fernando Mina

ISBN: 9789895263264
Editor: Chiado Books
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 218 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 142
Tipo de produto: Livro
Coleção: Viagens na Ficção
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789895263264
e e e e e

Até sempre!

Joana Ricca

Nunca devorei um livro em tão pouco tempo. Para quem conhecia o Fernando, dono de uma sabedoria incrível e para quem uma conversa vinha sempre a calhar, ler este livro é um prazer enorme. Ele diz muito de si, da sua forma de ver o mundo, da sua escolha das palavras, sem tabus. Lamentavelmente, já não se encontra entre nós. O quanto que lhe pedi para que continuasse a escrever não foi o suficiente. Quase... Quase...

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