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Quarentena ou a Liberdade Dentro de uma Caixa

de Mário Máximo
Editor: Edições Fenix, julho de 2020 ‧
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Para Tomás Augusto, um jovem jornalista em quarentena, a liberdade torna -se uma palavra dentro de uma caixa. Tudo acontecera demasiado depressa. Da aparente segura distância dos acontecimentos sanitários de Wuan, na China (em Dezembro de 2019), até á inquietante e assustadora proximidade da sua eclosão também na Europa e em Portugal (e no resto do mundo) foi o tempo de dois ou três meses.

Sobreveio o medo do contágio e o modo de vida das sociedades alterou-se, de um dia para o outro, em todo o mundo. A morte de um grande amigo (colega da redação do jornal onde trabalhava), infectados com o novo coronavirus, foi a razão próxima que empurrou para assumir de uma missão: o ser correspondente de guerra da pandemia.

A razão remota foi o facto de desejar fazer jornalismo de investigação. A nível pessoal, numa noite de amor e imprudência perante os riscos de contágio, confirmou se ter encontrado a mulher que viria a reconciliá-lo com o amor; mas nessa mesma noite também viu o sofrimento, a sua frente, de um sem abrigo tomado por dolorosos sintomas covid 19.

Foi a partir dessa noite que sentiu compelido a assumir, apesar do confinamento, a vida que ri, que chora, que sofre, que tem desejos e sonhos. E que pode ter medo mas quer ser livre e feliz. E quer servir. No caso do Tomás Augusto, servir da humanidade. Lutar contra a pandemia tinha de ser uma forma de lutar a favor da Humanidade. Se a saúde era o meio, a liberdade de existir em sociedade era o fim.

Quarentena ou a Liberdade Dentro de uma Caixa

de Mário Máximo

Propriedade Descrição
ISBN: 9910000078064
Editor: Edições Fenix
Data de Lançamento: julho de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 199 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 39
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9910000078064

SOBRE O AUTOR

Mário Máximo

Mário Máximo nasceu em 19 setembro de 1956, na cidade de Lisboa. A sua vida repartiu-se por Olival Basto (até aos sete anos), Lisboa (até aos trinta e cinco) e Odivelas, onde reside há mais de uma década. Desde bastante cedo ligado às questões da literatura e da criatividade literária, deram os jornais a conhecer muitos dos seus poemas, mas também o conto e a crónica. O guionismo para televisão tem sido outra das suas ocupações. Em 1986 publicou o primeiro livro: um livro de poemas. Desde então, sucederam-se mais cinco livros de poemas e um romance. Em 1999 o Instituto das Bibliotecas e do Livro atribuiu-lhe a Bolsa de Criação Literária, pelo projeto de poesia Oração Pagã.

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