Prometeu Agrilhoado

Livro 1

de Ésquilo
Editor: Edições 70, abril de 1992 ‧
O mito de Prometeu aparece, pela primeira vez, em Hesíodo. Ésquilo retomou-o com algumas inovações. Prometeu um dia ludibriou Zeus, o qual, como castigo, privou os homens do fogo. Servindo-se de novo ardil, Prometeu roubou mais tarde o fogo, ao que Zeus respondeu agrilhoando o Titã e condenando-o a suportar os ataques de uma águia que lhe devora o fígado. Aos mortais deu como castigo a primeira mulher - Pandora. Ao servir-se do mito de Prometeu, Ésquilo quis, uma vez mais, mostrar que até os deuses devem ser moderados, sem nunca ultrapassarem as limitações do seu poder. Prometeu é o último rebelde, que ensinará a Zeus que a paz só se alcança através da justiça e da persuasão. Só quando Zeus modera a sua ira e perdoa ao Titã, a quem injustamente tinha infligido um castigo tão severo, é que se estabelece sobre deuses e homens um governo pacífico. Símbolo dos mais diversos ideais, ao longo dos séculos, este Prometeu de Ésquilo faz parte de uma das mais curiosas e polémicas trilogias que o mundo grego nos legou.

Prometeu Agrilhoado

de Ésquilo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724407517
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: abril de 1992
Idioma: Português
Dimensões: 160 x 240 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos Gregos e Latinos
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
EAN: 9789724407517
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Ésquilo

Ésquilo (c. 525 a.C. — 456 a.C.) é o poeta trágico grego mais antigo de que chegaram aos nossos dias algumas obras. Nasceu de família nobre perto de Atenas, em Elêusis. Participou na Batalha de Maratona contra os persas, em 490 a.C., e, muito provavelmente, na de Salamina, em 480 a.C. O poeta acompanhou na idade adulta o crescimento da democracia ateniense. Ésquilo escreveu cerca de 80 a 90 peças, mas destas só nos chegaram sete: Persas (472 a.C.), Sete contra Tebas (467 a.C.), a trilogia Oresteia, composta pelas tragédias Agamémnon, Coéforas e Euménides (458 a.C.), Euménides (de data discutida) e Prometeu Agrilhoado, de data incerta e autoria posta em causa por alguns helenistas.

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