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Presque (2eme Reed.)

de Manu Larcenet
idioma: francês
Editor: LES REVEURS, junho de 2010 ‧
12,93€
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Presque est un album-choc, une introspection très brutale de Larcenet, qui revient sur un service militaire vécu comme un cauchemar. Le ton est dur, on devine un vrai traumatisme, et ce n'est pas facile de voir quelqu'un exhiber ses blessures. Le dessin est magnifique, avec cette audace : il y a deux styles différents, l'un très graphique, en hachures noires, l'autre très schématique, avec des personnages patatoïdes, selon le contexte. Difficile d'expliquer pourquoi ce choix est une réussite, mais le résultat est à la fois terrible et beau.

Presque (2eme Reed.)

de Manu Larcenet

Propriedade Descrição
ISBN: 9782912747518
Editor: LES REVEURS
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Francês
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Pas Vu Pas Pris
Classificação Temática: Livros em Francês > Banda Desenhada > Comics
EAN: 9782912747518

SOBRE O AUTOR

Manu Larcenet

Considerado por muitos uma das figuras chave da Nova Banda Desenhada Francesa, Manu Larcenet nasceu em 1969 em Issy-les-Moulineaux, França. Em termos profissionais, Larcenet iniciou a sua atividade em 1994 nas páginas da revista Fluide Glacial, tendo o seu primeiro álbum sido publicado dois anos mais tarde, através da editora Audie. Colabora depois com a revista semanal Spirou e em 1997 funda, com Nicolas Lebedel, a editora Les Rêveurs de Runes, na qual edita os seus próprios projetos. Colabora, em 2000, com Lewis Trondheim na sua célebre saga Donjon, desenhando vários álbuns. Nesse mesmo ano inicia a publicação na Dargaud, produzindo para a coleção Poisson Pilote álbuns como Les Entremondes (2000), que assina com o seu irmão Patrice Larcenet, Os Cosmonautas do Futuro (2001, com argumento de Trondheim), Le Temps de Chien (2002), Le Retour a la Terre (2002, com argumento de Jean-Yves Ferri), La légende de Robin des Bois (2003), e Nic Oumouk (2005-2007). A publicação de Combate Quotidiano ocorre entre 2003 e 2008 e o primeiro tomo desta série valeu-lhe o prémio do melhor álbum no Festival de Angoulême em 2004. Entre 2008 e 2014, trabalha em Blast (2009-2014, Dargaud), quatro álbuns densos e fascinantes. Em 2012 ilustra o romance de Daniel Pennac "Diário de Um Corpo", inicialmente publicado pela editora francesa Futuropolis, mas é em 2015 que se lança pela primeira vez na adaptação de uma obra literária: trata-se de O Relatório de Brodeck, um romance de Philippe Claudel. Depois de Thérapie de groupe (Dargaud, 2020), A ESTRADA (Dargaud, 2024) é a sua última obra. Blast é sua a obra mais pessoal e que muitos consideram ser também a obra maior de Manu Larcene.

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