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Prática da Presença de Deus

de Frei Lourenço da Ressurreição
Livro eBook
Editor: Editora Guerra & Paz, maio de 2026 ‧
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Livro de cabeceira do papa leão XIV, prática da presença de deus é uma jóia da espiritualidade cristã.

Prática da Presença de Deus, de Frei Lourenço da Ressurreição, reúne várias conversas e cartas nas quais se reflecte a extrema simplicidade do seu pensamento sobre o desenvolvimento da consciência da presença de Deus.

Homem humilde e sem instrução, Nicolau Herman descobriu a fé perante a visão de uma árvore seca, despida de folhas: essa visão suscitou-lhe reflexões que o levaram a uma mudança espiritual.

Defendendo uma prática da presença de Deus que não requer tempo, talento, dinheiro, posição ou formação, podendo ser feita em qualquer momento, enquanto se faz alguma outra coisa, e em qualquer circunstância de vida, Frei Lourenço pretendia alcançar uma união pessoal e consciente entre ele próprio e Deus.

Dono de uma paz profunda, sem preocupações teológicas ou dilemas doutrinários, Frei Lourenço dedicou-se intensamente a cultivar uma sensibilidade aguçada à presença de Deus na vida quotidiana, transmitindo essa verdade a quem o procurasse para orientação espiritual.

É essa sabedoria, recolhida e compilada pelo abade Joseph de Beaufort em quatro conversas e quinze cartas, que compõe este livro, popular tanto entre católicos como entre protestantes. É esta a Prática da Presença de Deus.

Prática da Presença de Deus

de Frei Lourenço da Ressurreição

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895764082
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 211 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789895764082

SOBRE O AUTOR

Frei Lourenço da Ressurreição

Lourenço da Ressurreição (1614-1691), de seu nome de batismo Nicolas Herman, nasceu na Lorena no começo do século XVII. Teve uma primeira experiência mística ainda na juventude, mas não abraçou de imediato a vida religiosa: só aos 26 anos ingressou no Carmelo, depois de ter participado na Guerra dos Trinta Anos, conflito de que trouxe mazelas físicas que o acompanharam a vida toda. No convento, serviu como cozinheiro e, mais tarde, como sapateiro remendão. Foi no desempenho dessas humildes tarefas que descobriu o seu singular caminho espiritual, que verteu nas cartas e máximas que escreveu, compiladas, juntamente com o relato de quatro conversas tidas com um dos muitos visitantes que batiam à porta do Carmelo atraídos pela fama do seu exemplo, em A prática da presença de Deus.

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