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Pragmatismo Y Sociologia

de Émile Durkheim
idioma: espanhol
Editor: Centro de Investigaciones Sociológicas, novembro de 2024 ‧
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Entre enero de 1913 y mayo de 1914 imparte Durkheim en la Sorbona un curso sobre Pragmatismo y Sociología. Sería uno de sus últimos cursos académicos: la gran catástrofe de la Primera Guerra Mundial y su prematura muerte en 1917 cerraron su fructífero ciclo de dedicación a la enseñanza universitaria comenzado en Burdeos en 1887. Durkheim tenía la costumbre de redactar los cursos que impartía, lo que ha permitido publicar muchos de ellos. Por razones desconocidas, el texto de este curso se perdió. Su contenido se ha podido reconstruir gracias a los apuntes tomados por algunos de los asistentes a las clases. La presente edición recoge la reconstrucción de esos apuntes que realizó Armand Cuvillier para la primera edición del libro en 1955; al texto principal se suman otras fuentes más recientes y algunos escritos menores de Durkheim pertinentes para reconstruir de forma más completa sus ideas. El curso está centrado en el estudio y la crítica del pragmatismo americano, con especial atención a la obra de William James. Aunque Durkheim aseguraba que entre el pragmatismo y su sociología la distancia era ingente y no cabía la confusión, en realidad encontraba tanto él mismo como sus discípulos y seguidores líneas significativas de continuidad y convergencia que, a su entender, merecían ser aclaradas para evitar errores. De ahí que sus reflexiones críticas sobre el pragmatismo sean tan relevantes para comprender lo propio de su sociología. En consecuencia, la relevancia de esta obra del último Durkheim resulta ser doble: permite una comprensión más profunda del conjunto de la obra de un clásico de la sociología, pero también invita a una reconsideración, cargada de actualidad, de las complejas relaciones que desde sus orígenes se han ido fraguando entre el pragmatismo y la sociología. Sabemos que, a principios del siglo XX y en Francia, el pragmatismo suscitó un vivo interés en la naciente ciencia social, y es evidente que hoy, un siglo después, ese interés aparece renovado en todo el mundo. De ahí la actualidad de un texto cuya pertinencia se acrecienta con el paso del tiempo.

Pragmatismo Y Sociologia

de Émile Durkheim

Propriedade Descrição
ISBN: 9788474769425
Editor: Centro de Investigaciones Sociológicas
Data de Lançamento: novembro de 2024
Idioma: Espanhol
Dimensões: 16 x 24 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 255
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9788474769425

SOBRE O AUTOR

Émile Durkheim

Sociólogo francês, Émile Durkheim, nascido em 1858 e falecido em 1917, foi um observador atento das convulsões do seu tempo. Considerava que só a ciência e um novo racionalismo poderiam explicar e indicar vias para as questões complexas de um mundo em mudança. Defensor de ideias socialistas, estava interessado em apontar vias de saída para a crise, partindo da observação, não dos indivíduos, mas dos fenómenos sociais como factos sociais, num quadro de espécies sociais definidas (a nação, o grupo religioso ou político). Facto social seria todo o modo de fazer, fixado ou não, extensível a toda uma sociedade ou capaz de exercer sobre o indivíduo uma pressão exterior. Segundo Durkheim, o facto social tem uma existência própria que extravasa as suas manifestações individuais. Defendendo uma nova disciplina científica cuja legitimidade era posta em dúvida por grande parte dos seus colegas universitários, Durkheim desenvolveu nos meios académicos uma luta que não foi fácil mas que o colocou na História como um dos "pais fundadores" da Sociologia. Émile Durkheim é ainda hoje um fenómeno de atualidade pela influência que continua a exercer. Distinguiu dois tipos de sociedade, as de solidariedade mecânica e as de solidariedade orgânica, justificando a passagem de umas a outras por causas sociais. A ordem social encontrada nas sociedades primitivas assenta na solidariedade mecânica, que se baseia na comunidade de crenças e na intensidade do consenso expresso na consciência coletiva. A industrialização, a urbanização e a divisão do trabalho destruíram essa integração moral mas fizeram surgir uma ordem social baseada na solidariedade orgânica. Esta releva das diferenças e não das semelhanças entre os indivíduos, permitindo-lhes uma maior libertação do controlo externo mas tornando-os muito mais dependentes uns dos outros precisamente devido à sua diferenciação. Outro conceito da maior importância na sua obra é o de anomia: as sociedades podem ver-se incapazes de integrar no seu seio determinados indivíduos que se encontram dela distantes devido ao enfraquecimento da consciência coletiva. Este conceito foi utilizado por Durkheim nomeadamente para classificar os tipos de suicídio: suicídio altruísta, suicídio egoísta e suicídio anómico. No âmbito das religiões, Durkheim preocupou-se em compreender as funções universais dos sistemas religiosos na continuidade da sociedade enquanto tal. Na sua bem sucedida intenção de dar consistência à Sociologia como ciência definiu vários princípios, entre os quais: rejeição da "sociologia espontânea"; constituição de um domínio próprio para a sociologia, que seria o do "facto social"; utilização de métodos objetivos; a procura das causas e só secundariamente a das funções (pois saber para que é que um elemento serve não elucida acerca das suas causas nem daquilo que ele é); e diagnóstico dos fenómenos como relevando do normal ou do patológico. As influências de Durkheim encontram-se na tradição intelectual de Jean-Jacques Rousseau, Claude Saint-Simon e Auguste Comte. Na École Normale Supérieure foi aluno de Fustel de Coulanges e de Émile Boutroux e colega de Henri Bergson, Jean Jaurès, Pierre Janet e Goblot.

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