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Historia De La Educación Y De Las Doctrinas Pedagógicas. La Evolución Pedagógica En Francia.

de Émile Durkheim
idioma: espanhol
Editor: EDUCACIoN, abril de 2014 ‧
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Historia de la educación y de las doctrinas pedagógicas. La evolución pedagógica en Francia fue originalmente escrita para un curso de Pedagogía que Émile Durkheim impartió en la Universidad de La Sorbona entre 1904 y 1905. Su discípulo Maurice Halbwachs lo publicó por primera vez en 1938. Durkheim vivió en un periodo marcado por importantes reformas educativas que caracterizaron a la Tercera República francesa y que se iniciaron con las leyes de enseñanza primaria gratuita, obligatoria y laica establecidas por el ministro Jules Ferry (1881 y 1882). El curso que impartió Durkheim en La Sorbona se relaciona con una reforma de la enseñanza secundaria que se llevó a cabo en 1902 y que introdujo disciplinas más ?modernas? en el currículum de este nivel de enseñanza. Iba dirigido a los futuros profesores agregados de los Liceos, con el fin de enriquecer su formación profesional y clarificar los objetivos de la enseñanza secundaria. Según Durkheim, las instituciones educativas concretas, ligadas firmemente a su medio social, producen tipos humanos diferentes en función de las necesidades de cada uno de dichos medios. Así es como establece tres fases del sistema educativo francés, a cada uno de los cuales corresponde un sujeto humano distinto: Escolástica (buen cristiano), Renacimiento (personalidad individualizada de los humanistas) y Realismo (científicos y trabajadores industriales). Su intención es explicar cómo se plantearon los hechos educativos bajo la presión de las circunstancias y del medio social, qué soluciones prevalecieron, cuáles fueron las consecuencias y qué enseñanzas se deben sacar de todo ello. En definitiva, Durkheim buscó en el pasado las lecciones que debía aprovechar el presente, única vía sólida para abrir el camino a nuevos ideales educativos más acordes con los nuevos tiempos, con la nueva sociedad del siglo XX. Esta obra es por tanto imprescindible para comprender la teoría sociológica de la educación de Durkheim, definida por él como la ciencia de las instituciones educativas, de su génesis y de su funcionamiento.

Historia De La Educación Y De Las Doctrinas Pedagógicas. La Evolución Pedagógica En Francia.

de Émile Durkheim

Propriedade Descrição
ISBN: 9788471129765
Editor: EDUCACIoN
Data de Lançamento: abril de 2014
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 434
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ensino e Educação > Teorias Educacionais e Currículo
EAN: 9788471129765

SOBRE O AUTOR

Émile Durkheim

Sociólogo francês, Émile Durkheim, nascido em 1858 e falecido em 1917, foi um observador atento das convulsões do seu tempo. Considerava que só a ciência e um novo racionalismo poderiam explicar e indicar vias para as questões complexas de um mundo em mudança. Defensor de ideias socialistas, estava interessado em apontar vias de saída para a crise, partindo da observação, não dos indivíduos, mas dos fenómenos sociais como factos sociais, num quadro de espécies sociais definidas (a nação, o grupo religioso ou político). Facto social seria todo o modo de fazer, fixado ou não, extensível a toda uma sociedade ou capaz de exercer sobre o indivíduo uma pressão exterior. Segundo Durkheim, o facto social tem uma existência própria que extravasa as suas manifestações individuais. Defendendo uma nova disciplina científica cuja legitimidade era posta em dúvida por grande parte dos seus colegas universitários, Durkheim desenvolveu nos meios académicos uma luta que não foi fácil mas que o colocou na História como um dos "pais fundadores" da Sociologia. Émile Durkheim é ainda hoje um fenómeno de atualidade pela influência que continua a exercer. Distinguiu dois tipos de sociedade, as de solidariedade mecânica e as de solidariedade orgânica, justificando a passagem de umas a outras por causas sociais. A ordem social encontrada nas sociedades primitivas assenta na solidariedade mecânica, que se baseia na comunidade de crenças e na intensidade do consenso expresso na consciência coletiva. A industrialização, a urbanização e a divisão do trabalho destruíram essa integração moral mas fizeram surgir uma ordem social baseada na solidariedade orgânica. Esta releva das diferenças e não das semelhanças entre os indivíduos, permitindo-lhes uma maior libertação do controlo externo mas tornando-os muito mais dependentes uns dos outros precisamente devido à sua diferenciação. Outro conceito da maior importância na sua obra é o de anomia: as sociedades podem ver-se incapazes de integrar no seu seio determinados indivíduos que se encontram dela distantes devido ao enfraquecimento da consciência coletiva. Este conceito foi utilizado por Durkheim nomeadamente para classificar os tipos de suicídio: suicídio altruísta, suicídio egoísta e suicídio anómico. No âmbito das religiões, Durkheim preocupou-se em compreender as funções universais dos sistemas religiosos na continuidade da sociedade enquanto tal. Na sua bem sucedida intenção de dar consistência à Sociologia como ciência definiu vários princípios, entre os quais: rejeição da "sociologia espontânea"; constituição de um domínio próprio para a sociologia, que seria o do "facto social"; utilização de métodos objetivos; a procura das causas e só secundariamente a das funções (pois saber para que é que um elemento serve não elucida acerca das suas causas nem daquilo que ele é); e diagnóstico dos fenómenos como relevando do normal ou do patológico. As influências de Durkheim encontram-se na tradição intelectual de Jean-Jacques Rousseau, Claude Saint-Simon e Auguste Comte. Na École Normale Supérieure foi aluno de Fustel de Coulanges e de Émile Boutroux e colega de Henri Bergson, Jean Jaurès, Pierre Janet e Goblot.

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