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SINOPSE
A presente obra retrata mulheres militares e de forças de segurança portuguesas que participam ou participaram em missões internacionais de manutenção da paz. É uma homenagem a todas as mulheres que vestem a farda para defender a paz, à sua coragem e sacrifício.
A história da guerra tem sido contada quase exclusivamente sob uma perspetiva masculina, focando-se nos soldados, nas batalhas e nos líderes militares homens. Mas a verdade é que as mulheres sempre desempenharam papéis cruciais e multifacetados em tempos de conflito e na procura pela paz.
Esta obra reúne os testemunhos e vivências de 20 mulheres militares e de forças de segurança. O nosso objetivo é consciencializar a sociedade sobre o seu importante papel na luta pela paz. Queremos ajudar a combater estereótipos de género e promover a igualdade, pelo que esperamos que o exemplo destas mulheres, que assumiram/assumem papéis de liderança e enfrentaram/enfrentam inúmeros desafios, permita que outras sigam o seu caminho, pois o interesse pela carreira militar/forças de segurança continua mais baixo entre as raparigas quando comparado com os rapazes.
Para Helena Carreiras, socióloga e antiga Ministra da Defesa, que assina o prefácio, “Esta é uma obra importante por diversas razões: (…) porque nos traz histórias de uma História mais ampla: a das profundas transformações sociais em Portugal nas últimas décadas. (…) Pela mão destas mulheres, nas suas palavras e nos seus rostos, revemos algumas das mais importantes transformações da nossa história coletiva. (…) Por outro lado, os relatos apresentados testemunham o longo e consequente processo de integração de género que ocorreu nas forças de segurança e nas Forças Armadas Portuguesas ao longo dos últimos 30 anos. (…) As mulheres retratadas neste livro lembram-nos que é importante estar presente, e, mais que isso, poder participar nas decisões, sentar-se à mesa, ter voz e garantir que essa voz é escutada. (…) Ao dar visibilidade a uma presença que tem vindo a consolidar-se, não deixa de alertar para os desafios passados e para aqueles que deveremos ainda enfrentar. Sabemos que o padrão de desigualdade entre homens e mulheres ainda persiste, que são por vezes frágeis os progressos conseguidos e que uma permanente monitorização e avaliação de políticas e resultados se impõe. (..) Em terceiro lugar, este livro é importante porque sublinha o poder do exemplo. Ser minoria coloca dificuldades e traz responsabilidades: querendo ou não, o estatuto destas mulheres, sobretudo quando colocadas em lugares de liderança, fá-las ocupar um lugar particular e visível na organização. O género não é irrelevante: a sua ação pode levar (ou não) a romper barreiras e destruir estereótipos abrindo caminhos para a mudança. O livro mostra como o exemplo destas mulheres pode ser inspirador para novas gerações, mas também para os membros e comandantes das respetivas forças”.
A história da guerra tem sido contada quase exclusivamente sob uma perspetiva masculina, focando-se nos soldados, nas batalhas e nos líderes militares homens. Mas a verdade é que as mulheres sempre desempenharam papéis cruciais e multifacetados em tempos de conflito e na procura pela paz.
Esta obra reúne os testemunhos e vivências de 20 mulheres militares e de forças de segurança. O nosso objetivo é consciencializar a sociedade sobre o seu importante papel na luta pela paz. Queremos ajudar a combater estereótipos de género e promover a igualdade, pelo que esperamos que o exemplo destas mulheres, que assumiram/assumem papéis de liderança e enfrentaram/enfrentam inúmeros desafios, permita que outras sigam o seu caminho, pois o interesse pela carreira militar/forças de segurança continua mais baixo entre as raparigas quando comparado com os rapazes.
Para Helena Carreiras, socióloga e antiga Ministra da Defesa, que assina o prefácio, “Esta é uma obra importante por diversas razões: (…) porque nos traz histórias de uma História mais ampla: a das profundas transformações sociais em Portugal nas últimas décadas. (…) Pela mão destas mulheres, nas suas palavras e nos seus rostos, revemos algumas das mais importantes transformações da nossa história coletiva. (…) Por outro lado, os relatos apresentados testemunham o longo e consequente processo de integração de género que ocorreu nas forças de segurança e nas Forças Armadas Portuguesas ao longo dos últimos 30 anos. (…) As mulheres retratadas neste livro lembram-nos que é importante estar presente, e, mais que isso, poder participar nas decisões, sentar-se à mesa, ter voz e garantir que essa voz é escutada. (…) Ao dar visibilidade a uma presença que tem vindo a consolidar-se, não deixa de alertar para os desafios passados e para aqueles que deveremos ainda enfrentar. Sabemos que o padrão de desigualdade entre homens e mulheres ainda persiste, que são por vezes frágeis os progressos conseguidos e que uma permanente monitorização e avaliação de políticas e resultados se impõe. (..) Em terceiro lugar, este livro é importante porque sublinha o poder do exemplo. Ser minoria coloca dificuldades e traz responsabilidades: querendo ou não, o estatuto destas mulheres, sobretudo quando colocadas em lugares de liderança, fá-las ocupar um lugar particular e visível na organização. O género não é irrelevante: a sua ação pode levar (ou não) a romper barreiras e destruir estereótipos abrindo caminhos para a mudança. O livro mostra como o exemplo destas mulheres pode ser inspirador para novas gerações, mas também para os membros e comandantes das respetivas forças”.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9798246040645 |
| Editor: | Infobus |
| Data de Lançamento: | março de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 228 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 252 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Antropologia
|
| EAN: | 9798246040645 |
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