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Portugal: Ensaio contra a Autoflagelação

(2ª Edição Aumentada)

de Boaventura de Sousa Santos
Editor: Edições Almedina, Janeiro de 2012 ‧
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A autoflagelação é a má consciência da passividade, e não é fácil superá-la num contexto em que a passividade, quando não é querida, é imposta. Estamos a ser agidos. Este livro foi escrito para responder ao desafio de entender a crise financeira conjuntural e de curta duração, assim se espera, que Portugal vive neste momento e de a analisar à luz de outras crises estruturais e de mais longa duração, algumas específicas do país, outras englobando a Europa e outras ainda o mundo no seu todo. Longe de ser um desafio de compreensão contemplativa tratou-se de compreender para propor alternativas ao pensamento único neoliberal que hoje domina na Europa mais do que em qualquer outra parte do mundo.

Portugal: Ensaio contra a Autoflagelação

(2ª Edição Aumentada)

de Boaventura de Sousa Santos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724047300
Editor: Edições Almedina
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 213 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9789724047300

SOBRE O AUTOR

Boaventura de Sousa Santos

Professor catedrático na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, nascido em 1940, em Coimbra, é Diretor do Centro de Estudos Sociais (C.E.S.) e da sua revista, a Revista Crítica de Ciências Sociais.
Tem-se debruçado sobre as questões da cidadania, dos modos de produção de poder social, da análise da sociedade portuguesa e da globalização. A crise do modelo civilizacional com um todo, ou, para utilizar as suas palavras, do paradigma da modernidade, é analisada por Boaventura de Sousa Santos nas suas várias dimensões: epistemológica (Um Discurso Sobre as Ciências, 1988 ou Introdução a uma Ciência Pós-Moderna, 1989), política e cultural (Pela Mão de Alice. O Social e o Político na Pós-Modernidade, 1994).
Analisando a sociedade portuguesa, posiciona Portugal naquilo a que chama semiperiferia do sistema mundial.
Debruçando-se sobre as ciências, delineou o paradigma emergente, que será não apenas um paradigma científico mas também um paradigma social, já que surge numa sociedade ela própria revolucionada pela ciência (Um Discurso Sobre as Ciências, 1988).
Em 2001 ganhou o prémio o prestigiado prémio de Ciências Humanas e Educação do Brasil, Jabuti 2001, com a sua obra A Crítica da Razão Indolente: Contra o Desperdício da Experiência.
De salientar que Boaventura de Sousa Santos é o autor do primeiro estudo aturado sobre o sistema judicial português.

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