Portugal e o Atlântico
O futuro da política externa Portuguesa
Editor:
LisbonPress, maio de 2025 ‧
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SINOPSE
Tendo as suas fronteiras terrestes definidas desde o início do século XII, Portugal formulou ao longo dos tempos a sua política externa tendo por base um ponto importante, diríamos central: a posição geográfica. Deste pressuposto verificou-se a existência de pilares constantes, os quais sobrepuseram-se sempre às mudanças ou disrupções existentes na política interna: o atlântico, a europa e o espaço lusófono. o grande objetivo foi sempre um: garantir a independência nacional.
Com efeito, o nosso país soube tirar o devido proveito da sua ligação atlântica, quer durante o período dos descobrimentos, quer - e já numa conjuntura diferente - no pós Segunda Guerra Mundial. em ambos os contextos, a importância do Atlântico prevaleceu nos compêndios da política externa como pilar de afirmação da soberania nacional no que concerne ao desenvolvimento económico, afirmação geoestratégica e equilíbrio político, não só durante o Estado Novo, mas também no período pós-1976.
Por outro lado, o país apoiou-se quase sempre na importância concedida pela potência marítima dominante - outrora o Reino Unido, hoje os Estados Unidos da América - à posição geográfica de Portugal valorizada, sobretudo, pelo arquipélago dos Açores. com as novas dinâmicas internacionais e, sobretudo, com a alteração do posicionamento estratégico norte-americano, Portugal corre, de facto, o risco de - no seu pilar atlântico - tornar-se exíguo.
Este livro visa analisar especificamente estas mudanças afetas ao vetor transatlântico da política externa portuguesa, mais concretamente no período depois da II Guerra Mundial até à atualidade. Naturalmente, procurar-se-á apontar caminhos futuros para a política exterior de Portugal.
Com efeito, o nosso país soube tirar o devido proveito da sua ligação atlântica, quer durante o período dos descobrimentos, quer - e já numa conjuntura diferente - no pós Segunda Guerra Mundial. em ambos os contextos, a importância do Atlântico prevaleceu nos compêndios da política externa como pilar de afirmação da soberania nacional no que concerne ao desenvolvimento económico, afirmação geoestratégica e equilíbrio político, não só durante o Estado Novo, mas também no período pós-1976.
Por outro lado, o país apoiou-se quase sempre na importância concedida pela potência marítima dominante - outrora o Reino Unido, hoje os Estados Unidos da América - à posição geográfica de Portugal valorizada, sobretudo, pelo arquipélago dos Açores. com as novas dinâmicas internacionais e, sobretudo, com a alteração do posicionamento estratégico norte-americano, Portugal corre, de facto, o risco de - no seu pilar atlântico - tornar-se exíguo.
Este livro visa analisar especificamente estas mudanças afetas ao vetor transatlântico da política externa portuguesa, mais concretamente no período depois da II Guerra Mundial até à atualidade. Naturalmente, procurar-se-á apontar caminhos futuros para a política exterior de Portugal.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893797020 |
| Editor: | LisbonPress |
| Data de Lançamento: | maio de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 232 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 194 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Estória
|
| EAN: | 9789893797020 |
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