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Por La Revolucion Africana

de Frantz Fanon
idioma: espanhol
Editor: Bellaterra Edicions, fevereiro de 2026 ‧
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Frantz Fanon formula aquí uno de los análisis más contundentes sobre la violencia colonial y sus efectos devastadores. Desde su experiencia en Francia y Argelia hasta su compromiso con el FLN, examina la deshumanización estructural del orden colonial, donde el racismo no es un accidente, sino el engranaje visible de una maquinaria de explotación. Su mirada como militante en la guerra de independencia de Argelia, le permite construir una crítica mordaz al colapso moral de la izquierda europea, desmontando todo universalismo abstracto que ignore la cruda realidad de la dominación. Fanon piensa las posibilidades de una lucha común entre pueblos sometidos, las alianzas internacionales necesarias y el papel estratégico de África en un proceso de emancipación internacional. Para él, la liberación nacional no es ni reforma ni ajuste, sino un acto de reapropiación histórica, el esfuerzo colosal de un pueblo que rompe su «momifi cación» para recuperar su soberanía. Su diagnóstico conserva una fuerza extraordinaria para interpretar el presente. El optimismo político que propone no surge de la espera, sino de la acción organizada, la presión colectiva y la decisión de confrontar sin ambigüedades cualquier forma de opresión. Intensifi car la lucha sigue siendo condición imprescindible para abrir un futuro de libertad.

Por La Revolucion Africana

de Frantz Fanon

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387639389
Editor: Bellaterra Edicions
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 145 x 225 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 212
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > História > História em Geral
EAN: 9791387639389

SOBRE O AUTOR

Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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