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Populismo

Todo o poder vem do povo! Mas para onde vai?

de Manuel Pedroso Marques

editor: Âncora Editora, abril de 2018
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Toda a gente aceita que é o povo que legitima o poder político. Mas quando se pergunta o que fazer com ele, a democracia tem várias respostas e os vários populismos só têm uma. A democracia baseia-se na diversidade de opiniões. Os populismos consideram que o povo tem uma opinião uniforme, cuja vontade pura representam. A democracia tem a dinâmica de intenções ideológicas.

O populismo adota o imobilismo das práticas doutrinais. Ao encarar-se como eixo identitário da nação, o populismo assume posturas distintas: o de direita pensa que a xenofobia resguarda a identidade nacional e o de esquerda defende que os valores identitários do passado é que norteiam o futuro. O combate aos populismos é cultural e ideológico. Este livro revela atitudes populistas, em Portugal e no estrangeiro, realizadas por personalidades políticas desprezíveis, como Donald Trump, e por outras que cultivam respeitável cidadania, como Marcelo Rebelo de Sousa.

O povo é mais tocado pelos aspetos emocionais do que pelos racionais; as emoções são de afeto ou repulsa; as calamidades, como os incêndios de 2017, suscitam emoções que levam o populismo a reativar lamentos em vez de ativar ações que evitem sofrimentos. A questão não é simples, nem isenta de polémicas. O populismo é condenado e é defendido. Este livro procura alertar para a existência do populismo camuflado nas diferentes circunstâncias que podem desestabilizar a democracia.

Populismo

Todo o poder vem do povo! Mas para onde vai?

de Manuel Pedroso Marques

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727806416
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: abril de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 231 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Ágora
Classificação temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Outros
EAN: 9789727806416
Manuel Pedroso Marques

Manuel Pedroso Marques nasceu em Lisboa, é coronel do Exército, participou, como capitão, numa ação militar e civil contra a ditadura em 1961.
Julgado, condenado, exilado em França e no Brasil, reintegrado após o 25 de Abril.
Foi redator, editor, gestor e escreveu sobre temas de Administração, sociais e políticos.
Redator da Enciclopédia Delta Larousse, dirigida por António Houaiss, foi editor de três chancelas editoriais no Brasil.
Em Portugal foi presidente da RTP, da empresa do Diário Notícias e da Capital, administrador da Bertrand e da Difel, de empresas de publicidade e da Agência Lusa de Notícias.
Em funções militares esteve por duas vezes colocado no gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército, foi assessor militar do Primeiro-Ministro, Mário Soares, e foi instrutor de capitães de Administração Militar nas aulas de Estratégia e Teoria de Administração.
Publicou: Liberdade é também vontade (coautoria), Relações de Poder na Empresa, O Jogo estratégico na Gestão, Tempos difíceis Decisões urgentes, Os Exilados não esquecem nada mas falam pouco.

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