Ponte Pequim sobre o Tejo
Editor:
Gradiva, junho de 2020 ‧
ver detalhes do produto
15,50€
10% DESCONTO
CARTÃO
VUVSWVYxQnNhRXA0U0hwU2JTc3pVbmt3ZDJoNlVrbG1NSFZ0YzA5RVFWQnhRU3RrYlZKMFF5OURXVWxDTW1NeGJVOTZTVGN3SzBJMlUwOVRVeTh2VmxsQldrWjRSMkozY0dWNGJEUkVUWGRUZEdZd05YWmtVemx1WkhCTlpVaEtSbFJ5TDBGV05uUjBaekJCTWtGblVEYzFXRE5HTVdVeFRXcFpORE5NTkZCVU4xQk1WaTl5UTJSU1JHaHZjbk5IVjNwWk4yczRlSEJ1UlRoTE5qTjJla1phUkRodWIyTm1RbkF5Y1V0SE1sUk1ka2xSVjFkMmRtdDFjelJRU1VwT1JtNVJWbTVJWWtRNGRuTklRMHREVmt0U2RIRXliamxhZWxFelVuWldUa0ZRUWpsM00xQjRkWE52WlZCU2NtMDFibnBpY25ZeFZXUkJaR2wwZWpCVU9VeHJNemhOZFRaRlNYRnZjMk5RYUdSVFpEVnpZWE53T1dkbk5sZ3hiV3hUZFc5emRsbEtOVmhpTUVvM1ZFRm9XVkIyU1UwM2EwUXlVVmRYVW10dFNIVmFUMFY1WVc1QldqWmFWVmhOUXpSdk5sTTBUbEpLTVhkV0szSndkRkZXYzBNd1NrZGxVVFZIZWpWRmVFdFllWGszVTNCRlFVNXdaM1p2Ym1JMVQySktWMmd2U0VSalJqRlVOR0ZNVXpWV1ExWkZXWGhrYTBkd1FpdEdiRzlFU1dOeFZuTkpRamd5YVhabWFpOVpkVzFIV2taVmFTdHlhekJLTHpCRlltbEVWVGxZWmtKVE5FNTFZbWQ2WVVzemEwWTRWM0pDV2pKUWNXYzJhVlZyYldsWlNFVlZjSGxJYTB4RVkybDVVbGhWTVdwbFIyc3lhRzFZYkZaWk5WazNWMlJLYnl0NVMzaEVURWhTVURWVk4yWlVaSEIzWlVFd1ZuQndUamxoYTB0MVYweDNWeTl6THk4MWQwMVpaUzlsTWpoT1J5dFhabFZ0ZGpWS2VVdFFZV3N5UkdZemRIWnZSRFJwTWpOc1ZHeFdSVUZOVHprdlVEVlFkWFJ0VW1kRk55OXVWRmRaVVc1WlpUUlRRaXRVT1Zock0ycHdSQzlFVTFZeVVreHJLMmRHZGpCTmRVb3pRVWw1YWpFMEszRTRVMk5HVWxSSlUyNDJZamsxZDNOM1Z6SXhZWGx6U1U1TWRGVkJiRnBRTlZOaWR6WmFNR0Z1Vm1NeVdFNWhaVkpvZEhoUU9HaHVkRE0wYWxWaE0wMWhZMlpLYUhVMGRWTmtZazVOYm1WVmVHUkJZamMwVG5KNk1VeDVkMmR3Y0hGMVFrWllibGswVlhreVEyVlNSVWxOVUZrdjowVzBNY0tHcEN1Ti9QNFMyVEhZNmlBPT0=
SINOPSE
Ponte Pequim sobre o Tejo é uma distopia que decorre em 2050. O contexto é surpreendente e tudo o que de pior podia acontecer, aconteceu. Nuvens de pó do norte de África pairam sobre o território, não chove há cinco anos, Portugal tornou-se invisível para os satélites, um icebergue desce o Atlântico e acaba por entrar no Tejo, as cidades são pardieiros tomados por gangues de cabeças rapadas e multidões de turbante, tudo em cenário apocalíptico de guerra civil. E isso é o menos: a China construiu a Ponte Pequim sobre o Tejo, ao lado da 25 abril e começa a contruir casinos no Mosteiro dos Jerónimos, na Torre de Belém, no Castelo de S. Jorge, etc. Tudo desemboca num colapso comercial e na perda de valores de referência, até na ridicularização dos símbolos da arquitectura e na imponência dos regimes que nos governaram ao longo dos tempos. Essa presença é também militar, a frota chinesa está no Tejo, apoia-se em bases aeronavais como as Lajes, estamos na iminência de um confronto com os EUA, desembarcam tanques que percorrem Lisboa, uma cidade muralhada e degradada. Organizando a sua vertiginosa trama numa célere sucessão de dias a escrita violentamente poética de António Castro ganha nesta Ponte Pequim sobre o Tejo um novo rigor febril e uma exuberância ditada por um imperativo de urgência profética. Numa narrativa que se estende por mais de quatro gerações e tem como chão o planeta inteiro, esta obra conduz os leitores pelos labirintos e segredos da condição humana devastada pela cegueira da vitoriosa guerra de séculos de modernidade tecnológica contra a Terra, a nossa frágil e bela pátria cósmica.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896169541 |
| Editor: | Gradiva |
| Data de Lançamento: | junho de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 221 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 336 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Gradiva |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789896169541 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Um Homem Parado na Esquina do Mundo10%Busílis15,00€ 10% CARTÃO
-
A Sublime Porta10%HARPER COLLINS18,90€ 10% CARTÃOportes grátis