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Poesía Completa

de Vicente Aleixandre
idioma: espanhol
Editor: DEBOLSILLO, maio de 2018 ‧
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Cuando se cumplen cuarenta años de la concesión del Premio Nobel de Literatura a Vicente Aleixandre, publicamos una nueva edición de su poesía completa, al cuidado de Alejandro Sanz, máximo especialista en su obra. «Cuerpo feliz que fluye entre mis manos, rostro amado donde contemplo el mundo, donde graciosos pájaros se copian fugitivos, volando a la región donde nada se olvida.» Vicente Aleixandre es el poeta del amor, de la contemplación y del conocimiento. Su poesía es irreductible e incomparable y su lectura constituye una experiencia única, llena de iluminaciones. Alejandro Sanz nos ofrece en este libro la disposición definitiva del canon de Aleixandre, que queda completado con material inédito. Tenemos así la oportunidad de calibrar la verdadera dimensión de uno de los poetas más originales e influyentes del siglo XX hispánico, miembro de la generación del 27 y mentor de varias generaciones de poetas. Con este volumen, Aleixandre entre en el siglo XXI. Reseñas: «El lector tiene en este espléndido tomo un paraíso majestuoso de tonos, colores, músicas# que complacerá su imaginación exigente. Y la continuidad de una voz poética única en la poesía española del siglo XX.» Adolfo Sotelo Vázquez, La Vanguardia «Fue el primer poeta que me llevó a escribir y por fin siento que voy a leerlo bien, completo. [...] Abre una puerta de mi cerebro que otros autores de su generación no han logrado abrir.» Luna Miguel, declaraciones a ABC «En los siete poemas inéditos hay ausencia, vacío, silencio... El hombre, excluido del amor, parece no existir, y no hay más realidad que la mentira. Así veía entonces Vicente Aleixandre el mundo, y así lo cantó, hasta dar forma al gran poemario del desamor. [...] Sus versos eran -lo son- un canto exaltado del amor y la juventud plena.» Inés Martín Rodrigo, ABC «Una obra capital, personalísima, de una belleza increíble: poesía del alma, del cuerpo y del paisaje mecida en un oleaje de sentimientos, de plasticidad y de sensaciones.» Antón Castro, Heraldo «[...] El secreto de la contención anímica, del temple, de la calma de Aleixandre, de ese formalismo que puede interpretarse falsamente como frialdad, y que encierra una pasión incandescente pero en sordina, está en su naturaleza contemplativa.» Iñaki Ezkerra, El Correo Español «Entre las mil quinientas páginas de esta compilación definitiva se encuentra por primera vez la lectura de poemas originales. [...] Es, hasta ahora, la recopilación más exhaustiva.» Nieves B. Jiménez, Gaceta En los blogs... «Tener la Poesía Completa de Aleixandre es una auténtica delicia para todos nuestros sentidos. La experiencia de poder leer, y releer toda su obra, con varias partes inéditas, resulta ser un placer inmenso. [...] Uno de los mejores poetas de nuestro tiempo. íImprescindible!» Blog de Estrellas5blogspot

Poesía Completa

de Vicente Aleixandre

Propriedade Descrição
ISBN: 9788466344524
Editor: DEBOLSILLO
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 126 x 189 x 52 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 1536
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788466344524

SOBRE O AUTOR

Vicente Aleixandre

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1977

Poeta espanhol, nasceu a 26 de abril de 1898, na cidade de Sevilha. Filho de um engenheiro civil e neto materno de um oficial de alta patente, acompanhou a família na sua mudança para Málaga, onde passou a infância.
No ano de 1909 os seus progenitores de novo se mudaram, desta feita para Madrid, onde veio a permanecer o resto da sua vida. Ingressando nesse ano no Colégio Teresiano, instituição de orientação religiosa, concluiu os seus estudos em 1913. Foi admitido no curso de Direito da Universidade de Madrid em 1914, obtendo o seu diploma ao fim de seis anos.
Em 1920 foi nomeado professor assistente na Escola de Gestão Mercantil de Madrid passando, pouco tempo depois, ao serviço dos caminhos de ferro. Em 1922 foi-lhe diagnosticada uma insuficiência renal que o impossibilitou de levar uma vida normal, pelo que preferiu retirar-se para a propriedade rural da família, onde começou a compor poesia.
Em 1926 apareceram alguns dos seus poemas na Revista de Occidente graças ao esforço de alguns amigos que, discordando do secretismo de Aleixandre, decidiram enviá-los à redação do periódico. Em 1927 mudou-se para as cercanias de Madrid e, no ano seguinte, publicou o seu primeiro livro, uma coletânea de poemas intitulada Ámbito (1928), caracterizados pelo seu naturalismo e emoção.
O dealbar da década de 30 marcou um período surrealista na sua obra, denunciado em volumes como La Destrucción O El Amor (1935), criação universal de erotismo e morte, e que foi considerada pelos críticos como a sua melhor.
A eclosão da Guerra Civil Espanhola fez com que Aleixandre passasse uma temporada na área ocupada pelas tropas republicanas, já que as suas obras foram interditas pelo regime de Franco, e a sua residência pilhada e destruída. Pôde no entanto retomar a sua atividade editorial durante o período da Segunda Guerra Mundial, pelo publicou, em 1944, Sombra Del Paraíso, obra melancólica que reverte para o papel de lucidez do homem enquanto poeta.
Seguiram-se, entre outros trabalhos, Historia Del Corazón (1954), um estudo da fraternidade, Los Encuentros (1958), En Un Vasto Dominio (1962), obra de enquadramento cosmológico do conceito da morte, Poemas De La Consumación (1968) e Diálogos Del Conocimiento (1974), análise dialética da esperança e do abandono. Eleito membro da Real Academia Espanhola em 1950, Vicente Aleixandre foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1977.
Faleceu em Madrid a 14 de dezembro de 1984.

Vicente Aleixandre. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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