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Play It As It Lays

de Joan Didion
idioma: inglês
Editor: HarperCollins Publishers, novembro de 2011 ‧
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A profoundly disturbing novel that ruthlessly dissects American life in the late 1960s, from the author of The White Album and The Year of Magical Thinking.

'She writes with a razor ... You are both frightened and astonished ... It seems to me just about perfect, so heartbreaking and inescapable' New York Times

'Didion's modant lucidity is like L.A. sunlight, a thing so bright sometimes it hurts' Time, Top 100 Novels of All Time

'For a few decades, this was my favourite modern American novel ... revelatory' Bret Easton Ellis, author of American Psycho

Play It As It Lays

de Joan Didion

Propriedade Descrição
ISBN: 9780007414987
Editor: HarperCollins Publishers
Data de Lançamento: novembro de 2011
Idioma: Inglês
Dimensões: 129 x 196 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780007414987

Fantástico

Alexandra

Uma leitura imersa e nítida da costa oeste americana na década de 60, que segue Maria, uma jovem atriz e modelo, especialista em sentir nada, ser nada e vir do nada. Com uma narrativa não linear da espiral descendente de Maria, que é implacável, sombrio mas cativante.

SOBRE O AUTOR

Joan Didion

Joan Didion (1934–2021), premiada e aclamada escritora americana, foi autora de romances, obras de não ficção, peças de teatro e filmes. O seu estilo jornalístico, que o The New York Times descreveu como «elegante, sofisticado e irónico», fez de Didion uma voz literária que revelou com superior acutilância, durante décadas, a identidade da América.
Em 2005, Didion recebeu a Medalha de Ouro da Academia Americana de Artes e Letras; dois anos depois, foi distinguida pela National Book Foundation pelo estimado contributo para a crítica e escrita americanas, elogiada na ocasião da seguinte forma: «Didion é uma observadora incisiva da política e da cultura dos Estados Unidos há mais de quarenta anos. Tem lugar reservado na literatura americana, sendo merecedora da admiração de várias gerações de escritores e jornalistas.» Em 2013, recebeu do então presidente Barack Obama a Medalha Nacional de Humanidades.
Dela própria, Didion disse uma vez: «Só escrevo para descobrir o que penso, o que procuro, o que vejo e o que isso significa.»

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