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Pides na Grelha | A Ceia dos Pides
Editor:
Tinta da China, junho de 2026 ‧
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IMEDIATO
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SINOPSE
A coleção Liberdade! Liberdade! abre o pano a peças de teatro que foram censuradas em Portugal durante o Estado Novo.
Os textos que integram esta coleção foram escritos, encenados ou publicados entre o final da década de 1960 e os anos pós-Revolução. São atos de resistência e foram quase todos censurados. Do teatro de revista a novas experiências teatrais, dos sindicatos às companhias, não representam a totalidade do teatro feito em Portugal neste período — mas são parte da história dos vencidos.
Lê-los hoje é reconhecer-lhes a marca do tempo e, com ela, contrariar a efemeridade da própria disciplina. É abrir o pano e deixar que nos seja contada uma história que se tentou conter ou controlar.
Liberdade! Liberdade! transforma o teatro em documento histórico. Coordenação de Tiago Bartolomeu Costa. Parceria com o Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Publicam-se agora os dois primeiros volumes de dez atos de resistência teatral: Liberdade, Liberdade, de Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa, e a reunião de Pides na Grelha, de Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto, e A Ceia dos Pides, de Eduardo Fernandes.
Volume 2 — Pides na Grelha | A Ceia dos Pides
Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto / Eduardo Fernandes
Usando uma estrutura de quadros de revista, Pides na Grelha (apresentada a 23 de setembro de 1974 e até agora inédita) observa, analisa e propõe, a partir de acontecimentos sociais e políticos, uma revisão do género teatral, já sem os agrilhoamentos da censura.
Ao longo dos vários quadros, acompanham-se as lutas no interior do Conselho da Revolução, o julgamento das Três Marias, a alteração da correlação de forças entre a autoridade e os cidadãos e o lugar do teatro na denúncia de costumes e retrocessos.
A Ceia dos Pides é uma paródia cínica à peça Ceia dos Cardeais, de Júlio Dantas, e foi publicada depois da Revolução (em 1978, numa edição de autor entretanto indisponível). Coloca no lugar dos cardeais três inspetores da PIDE/DGS: Silva Pais (diretor), José Sacchetti e Henrique Sá e Seixas.
A peça, breve, usa os mesmos argumentos do texto de Dantas, sobre costumes e a defesa dos valores morais, para criticar a mudança de mentalidades da sociedade portuguesa.
Ao longo da peça, as três personagens discutem, com escárnio, métodos de tortura usados pela polícia política e desenham estratégias de sobrevivência e acusação, com vista a uma viragem à direita do regime democrático.
Os textos que integram esta coleção foram escritos, encenados ou publicados entre o final da década de 1960 e os anos pós-Revolução. São atos de resistência e foram quase todos censurados. Do teatro de revista a novas experiências teatrais, dos sindicatos às companhias, não representam a totalidade do teatro feito em Portugal neste período — mas são parte da história dos vencidos.
Lê-los hoje é reconhecer-lhes a marca do tempo e, com ela, contrariar a efemeridade da própria disciplina. É abrir o pano e deixar que nos seja contada uma história que se tentou conter ou controlar.
Liberdade! Liberdade! transforma o teatro em documento histórico. Coordenação de Tiago Bartolomeu Costa. Parceria com o Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Publicam-se agora os dois primeiros volumes de dez atos de resistência teatral: Liberdade, Liberdade, de Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa, e a reunião de Pides na Grelha, de Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto, e A Ceia dos Pides, de Eduardo Fernandes.
Volume 2 — Pides na Grelha | A Ceia dos Pides
Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto / Eduardo Fernandes
Usando uma estrutura de quadros de revista, Pides na Grelha (apresentada a 23 de setembro de 1974 e até agora inédita) observa, analisa e propõe, a partir de acontecimentos sociais e políticos, uma revisão do género teatral, já sem os agrilhoamentos da censura.
Ao longo dos vários quadros, acompanham-se as lutas no interior do Conselho da Revolução, o julgamento das Três Marias, a alteração da correlação de forças entre a autoridade e os cidadãos e o lugar do teatro na denúncia de costumes e retrocessos.
A Ceia dos Pides é uma paródia cínica à peça Ceia dos Cardeais, de Júlio Dantas, e foi publicada depois da Revolução (em 1978, numa edição de autor entretanto indisponível). Coloca no lugar dos cardeais três inspetores da PIDE/DGS: Silva Pais (diretor), José Sacchetti e Henrique Sá e Seixas.
A peça, breve, usa os mesmos argumentos do texto de Dantas, sobre costumes e a defesa dos valores morais, para criticar a mudança de mentalidades da sociedade portuguesa.
Ao longo da peça, as três personagens discutem, com escárnio, métodos de tortura usados pela polícia política e desenham estratégias de sobrevivência e acusação, com vista a uma viragem à direita do regime democrático.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895950683 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | junho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 190 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 152 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Liberdade! Liberdade! |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Teatro (Obra)
|
| EAN: | 9789895950683 |
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