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Liberdade, Liberdade
Editor:
Tinta da China, junho de 2026 ‧
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SINOPSE
A coleção Liberdade! Liberdade! abre o pano a peças de teatro que foram censuradas em Portugal durante o Estado Novo.
Os textos que integram esta coleção foram escritos, encenados ou publicados entre o final da década de 1960 e os anos pós-Revolução. São atos de resistência e foram quase todos censurados. Do teatro de revista a novas experiências teatrais, dos sindicatos às companhias, não representam a totalidade do teatro feito em Portugal neste período — mas são parte da história dos vencidos.
Lê-los hoje é reconhecer-lhes a marca do tempo e, com ela, contrariar a efemeridade da própria disciplina. É abrir o pano e deixar que nos seja contada uma história que se tentou conter ou controlar.
Liberdade! Liberdade! transforma o teatro em documento histórico. Coordenação de Tiago Bartolomeu Costa. Parceria com o Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Publicam-se agora os dois primeiros volumes de dez atos de resistência teatral: Liberdade, Liberdade, de Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa, e a reunião de Pides na Grelha, de Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto, e A Ceia dos Pides, de Eduardo Fernandes.
Volume 1 — Liberdade, Liberdade
Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa
Com estreia a 28 de agosto de 1974, e inspirado numa peça de Millôr Fernandes, este texto dramatúrgico constitui-se a partir de uma diversidade de citações, poemas, canções e excertos de peças, que têm em comum abordar a liberdade, a opressão, a desigualdade social e a revolução.
As figuras tutelares de ditadores ou heróis de diferentes revoluções internacionais servem para questionar a natureza do poder e permitem que personagens-símbolo — o intelectual, o povo, o ideal — esgrimam argumentos e unam, como num puzzle, as diferentes lutas coletivas ao longo da história mundial.
De Júlio César a Salazar, da Revolução Francesa a Mao Tsé-Tung, são debatidos os conceitos de liberdade e justiça social através das soluções e modelações operadas pelos povos.
A peça, no seu conjunto fragmentário, constitui-se como modelo enciclopédico-didático daquilo que as lutas coletivas têm em comum e reflete opções teatrais de diversas épocas e estilos.
Os textos que integram esta coleção foram escritos, encenados ou publicados entre o final da década de 1960 e os anos pós-Revolução. São atos de resistência e foram quase todos censurados. Do teatro de revista a novas experiências teatrais, dos sindicatos às companhias, não representam a totalidade do teatro feito em Portugal neste período — mas são parte da história dos vencidos.
Lê-los hoje é reconhecer-lhes a marca do tempo e, com ela, contrariar a efemeridade da própria disciplina. É abrir o pano e deixar que nos seja contada uma história que se tentou conter ou controlar.
Liberdade! Liberdade! transforma o teatro em documento histórico. Coordenação de Tiago Bartolomeu Costa. Parceria com o Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Publicam-se agora os dois primeiros volumes de dez atos de resistência teatral: Liberdade, Liberdade, de Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa, e a reunião de Pides na Grelha, de Francisco Nicholson, Edgar Gonçalves Preto e Mário Alberto, e A Ceia dos Pides, de Eduardo Fernandes.
Volume 1 — Liberdade, Liberdade
Luís Francisco Rebello, Luís de Lima e Hélder Costa
Com estreia a 28 de agosto de 1974, e inspirado numa peça de Millôr Fernandes, este texto dramatúrgico constitui-se a partir de uma diversidade de citações, poemas, canções e excertos de peças, que têm em comum abordar a liberdade, a opressão, a desigualdade social e a revolução.
As figuras tutelares de ditadores ou heróis de diferentes revoluções internacionais servem para questionar a natureza do poder e permitem que personagens-símbolo — o intelectual, o povo, o ideal — esgrimam argumentos e unam, como num puzzle, as diferentes lutas coletivas ao longo da história mundial.
De Júlio César a Salazar, da Revolução Francesa a Mao Tsé-Tung, são debatidos os conceitos de liberdade e justiça social através das soluções e modelações operadas pelos povos.
A peça, no seu conjunto fragmentário, constitui-se como modelo enciclopédico-didático daquilo que as lutas coletivas têm em comum e reflete opções teatrais de diversas épocas e estilos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895950690 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | junho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 130 x 190 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Liberdade! Liberdade! |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Teatro (Obra)
|
| EAN: | 9789895950690 |
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