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Pepe Mujica e as Flores da Guerrilha - Parte 2

de Matías Castro; Ilustração: Leo Trinidad
Editor: Levoir, agosto de 2025 ‧
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Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões.

A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o record da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar.

Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.

Pepe Mujica e as Flores da Guerrilha - Parte 2

de Matías Castro; Ilustração: Leo Trinidad

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893627877
Editor: Levoir
Data de Lançamento: agosto de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 201 x 277 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 128
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9789893627877

SOBRE O AUTOR

Matías Castro

Matías Castro, Montevideu, 1976. É jornalista e autor de vários livros de pesquisa, é também diretor do Montevideu Comics. Escreveu um livro sobre Dionisio Diaz, o menino herói do Golden Creek, outro sobre jogos tradicionais e também um que conta como os uruguaios chegaram à Antártida. Além de Bernardina em direção à tempestade (sobre uma família no meio do êxodo de 1811). Em 2018 foi homenageado nos Prémios Nacionais de Literatura com sua obra A Estranha e (até agora) curta vida de Caterina Hernández Anhalt, contada por Clara Limón.

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