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Pensamentos Sobre a Família

de Bento XVI
Editor: Lucerna, outubro de 2010 ‧
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«O meu desejo é realçar o papel central que a família fundada no matrimónio desempenha para a Igreja e a sociedade. Ela é uma instituição insubstituível segundo os planos de Deus, cujo valor fundamental a Igreja não pode deixar de anunciar e promover, para que seja vivido sempre com sentido de responsabilidade e alegria.»
Discurso (1), 8 de Julho de 2006

Na sequência da publicação de «Pensamentos sobre o sacerdócio» no início de 2010 e de «Pensamentos espirituais» em 2006 pela Editora Principia, surge agora «Pensamentos sobre a família» que nos traz uma selecção de trechos dos discursos do Papa Bento XVI.

«A família é o ambiente privilegiado onde cada pessoa aprende a dar e receber amor.» BENTO XVI

Pensamentos Sobre a Família

de Bento XVI

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728835712
Editor: Lucerna
Data de Lançamento: outubro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 106 x 159 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789728835712

Leitura obrigatória

Fililpe

Nesse livro o Papa Bento XVI nos ensina com clareza acerca do papel de cada integrante da família, os valores essenciais. Enfim, essa obra se torna leitura obrigatória para aqueles que desejam formar sua família à luz do Evangelho.

Para perceber as crises das sociedades atuais

Luis Oliveira

Bento XVI dedicou uma boa parte do seu pontificado ao tema da família. Ciente de que a família é a célula básica da sociedade, o local por excelência onde se forjam a personalidade e a felicidade das pessoas, Bento XVI deu grande importância a este tema. Este livro, em forma de pequenos pensamentos, resume de forma exemplar e sucinta o pensamento de Bento XVI sobre a família e tudo o que lhe está relacionado. Estou convencido que através da análise destes pensamentos conseguimos explicar muitos dos problemas das sociedades atuais.

SOBRE O AUTOR

Bento XVI

Papa alemão, Bento XVI (16 de abril de 1927, em Marktl am Inn, na Baviera, na Alemanha - 31 de dezembro de 2022, Mosteiro Mater Ecclesiæ, Vaticano), nasceu com o nome de Joseph Alois Ratzinger. Era filho de um agente da polícia e de uma empregada de um bar e viveu a infância numa quinta. Em 1939, entrou para o Seminário de Traunstein. Com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, teve de interromper os estudos e integrou uma unidade militar antiaérea em Munique. Alistou-se também na Juventude Hitleriana, embora tenha alegado que o fez contra a sua vontade.
Na primavera de 1945, com o avanço das tropas aliadas em território alemão, Ratzinger desertou do exército alemão e fugiu para casa, em Traunstein. No entanto, as tropas norte-americanas invadiram a aldeia e fizeram da casa de Ratzinger o quartel-general. Joseph foi identificado como soldado alemão e encarcerado num campo de prisioneiros de guerra, de onde seria libertado a 19 de junho desse ano.
Em novembro, regressou ao seminário e, em 1947, ingressou num instituto de teologia associado à Universidade de Berlim.
A 29 de junho de 1951, Joseph, juntamente com um seu irmão, foi ordenado padre na Catedral de Freising. Dois anos mais tarde, fez o doutoramento em Teologia na Universidade de Berlim. Tornou-se docente de Teologia na Universidade de Bona, tendo mais tarde lecionado em Munster, Tubingen e Regensburg.
Ratzinger chegou a Roma em 1962 como conselheiro do cardeal alemão Joseph Frings no Concílio Vaticano II e, logo nessa altura, se tornou uma figura muito mediática. A sua popularidade aumentou durante o maio de 68, movimento libertário dos estudantes franceses, que Ratzinger condenou, lamentando o marxismo e o ateísmo dos jovens da época. Uns anos mais tarde, em 1972, foi um dos fundadores do jornal de teologia Communio, atualmente um dos mais importantes do pensamento católico. Ratzinger foi nomeado Cardeal de Munique a 25 de junho de 1977 pelo Papa Paulo VI, que também o nomeou arcebispo do Mónaco. Mas foi com João Paulo II que Joseph Ratzinger ganhou mais poderes, quando em 1981 foi nomeado perfeito para a Congregação da Doutrina e da Fé. Esta instituição trata de promover e salvaguardar os ideais da Igreja católica em termos de doutrina e fé e substituiu a Inquisição. Ratzinger notabilizou-se pelas suas posições conservadoras, não escondendo ser contrário ao sacerdócio da mulher, ao matrimónio dos sacerdotes, à homossexualidade e ao uso de preservativos.
Entre 2 e 6 de março de 2001, Joseph Ratzinger esteve em Portugal, mais especificamente no Porto, a convite da Faculdade de Teologia da Universidade Católica. Na universidade portuense o então cardeal falou sobre a Europa e os seus fundamentos espirituais. Em 2002, chegou a Decano do Colégio Cardinalício, o órgão que escolhe os sucessores de cada papa. A 19 de abril de 2005, Joseph Ratzinger foi eleito pelo conclave cardinalício, no Vaticano, o novo papa, em substituição do falecido João Paulo II. O cardeal alemão, então com 78 anos, escolheu o nome de Bento XVI. O conclave durou dois dias, tendo sido um dos mais rápidos da história do Vaticano.

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