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Pegadas e Trajetos
Romance a duas mãos
Editor:
MoDocromia, novembro de 2019 ‧
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SINOPSE
«[…]
Comunicar é preciso. É preciso transmitir e absorver conhecimento. Até os mais fortes laços familiares se desatam se não houver comunicação, diálogo, partilha de informação.
[…]
Quando estávamos de férias escolhíamos um postal impresso a cores com um motivo de interesse turístico do local onde estávamos e lambíamos o selo para que chegasse ao destino. Ao chegar a casa, a caixa de correio, que hoje em dia apenas recebe publicidade não endereçada, acolhia os postais dos familiares e amigos com as imagens impressas mostrando os locais visitados. Escritas, à mão, vinham as notícias sobre a viagem.
Era o Facebook e o Instagram de outras épocas…
[…]
"A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida." Escreveu, no século xix, Oscar Wilde e, além de outras deambulações, faz-me pensar quantos suculentos nacos de prosa, escritos com o coração em lágrimas ou numa envolvente gargalhada, foram lidos e talvez relidos inúmeras vezes apenas por uma única pessoa? Quantas dessas cartas foram ondas, prenhes de informação e emoção, se repetiram e nunca foram iguais? Quanta sabedoria de experiência feita ficou por partilhar, apenas por estar lavrada numa folha de papel de carta guardada numa gaveta e por outros e pelo tempo esquecida?
Contudo, exceptuando algum descaminho que algumas tenham sofrido, as cartas cumpriram a sua função. Foram lidas, mantiveram a ligação e fizeram chegar a informação. Não acho ser exagero afirmar que foram Literatura, logo foram Arte. A Escrita cumpriu a sua utilidade e não se limitou a imitar a arte ou a vida, outrossim foram pedaços de arte e de vida.
Exultemos a Escrita, afinal com toda a sua humildade serve todas as outras artes… e podemos considerar que viver e conviver é uma arte.»
Do prefácio de Fernando Lopes Neto
«Este trabalho inovador permite ao leitor o contacto com duas realidades diferentes: a portuguesa e a brasileira dos anos 70/80 do século XX. Dois irmãos que a vida afastou, falarão da emigração, dizendo da política do país e da sociedade que os envolveu e trucidou. O meio é a grande condicionante desta narrativa que é inédita - romance epistolar onde tudo acontece.»
Nota dos autores - Luísa Ramos e Carlos Lamas de Oliveira
Comunicar é preciso. É preciso transmitir e absorver conhecimento. Até os mais fortes laços familiares se desatam se não houver comunicação, diálogo, partilha de informação.
[…]
Quando estávamos de férias escolhíamos um postal impresso a cores com um motivo de interesse turístico do local onde estávamos e lambíamos o selo para que chegasse ao destino. Ao chegar a casa, a caixa de correio, que hoje em dia apenas recebe publicidade não endereçada, acolhia os postais dos familiares e amigos com as imagens impressas mostrando os locais visitados. Escritas, à mão, vinham as notícias sobre a viagem.
Era o Facebook e o Instagram de outras épocas…
[…]
"A vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida." Escreveu, no século xix, Oscar Wilde e, além de outras deambulações, faz-me pensar quantos suculentos nacos de prosa, escritos com o coração em lágrimas ou numa envolvente gargalhada, foram lidos e talvez relidos inúmeras vezes apenas por uma única pessoa? Quantas dessas cartas foram ondas, prenhes de informação e emoção, se repetiram e nunca foram iguais? Quanta sabedoria de experiência feita ficou por partilhar, apenas por estar lavrada numa folha de papel de carta guardada numa gaveta e por outros e pelo tempo esquecida?
Contudo, exceptuando algum descaminho que algumas tenham sofrido, as cartas cumpriram a sua função. Foram lidas, mantiveram a ligação e fizeram chegar a informação. Não acho ser exagero afirmar que foram Literatura, logo foram Arte. A Escrita cumpriu a sua utilidade e não se limitou a imitar a arte ou a vida, outrossim foram pedaços de arte e de vida.
Exultemos a Escrita, afinal com toda a sua humildade serve todas as outras artes… e podemos considerar que viver e conviver é uma arte.»
Do prefácio de Fernando Lopes Neto
«Este trabalho inovador permite ao leitor o contacto com duas realidades diferentes: a portuguesa e a brasileira dos anos 70/80 do século XX. Dois irmãos que a vida afastou, falarão da emigração, dizendo da política do país e da sociedade que os envolveu e trucidou. O meio é a grande condicionante desta narrativa que é inédita - romance epistolar onde tudo acontece.»
Nota dos autores - Luísa Ramos e Carlos Lamas de Oliveira
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895461608 |
| Editor: | MoDocromia |
| Data de Lançamento: | novembro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 218 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 242 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789895461608 |
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