Entre a Nudez das Ondas
Corpúsculos de Mim
Editor:
MoDocromia, dezembro de 2020 ‧
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SINOPSE
O mundo é uma amálgama, uma bola de fogo que mata abruptamente o SER.
A vida está espelhada na montra de uma qualquer vitrina, e junto com ela, estão imensas iguarias, que acodem ao nome de segurança, liberdade e paz que todos deveriam possuir; todavia a montra esvai-se num trago, e nela ficam só constatações de situações inóspitas carregadas de sofrimento e de nostalgia, que não se conseguem sarar de maneira fácil.
A fealdade pincela o universo, e nem nas estrelas se conseguem ver resultados de LUZ, que incendiariam o mal para equacionar o bem, por isso, temos consciência de que, por muito que façamos, tudo é desconcerto à imagem camoniana. Os tratados de paz foram embora no comboio do TEMPO, e no lugar deles, ficou um amontoado de cal, que acode ao nome de loucura. Hoje é difícil acordar o SER para a construção de um espaço de excelência porque atrás dele vive a vilania, a discórdia e a desordem. Dir-se-á que só a poesia contém, em si, a chave para uma parca mudança da atitude social - poesia de intervenção onde tudo é dito sem pejo…!
Só a poesia fala da possibilidade de dar LUZ à vida adoecida num vasto conjunto de frases curtas, que ligadas expressam vontades e rios de mudança. Sem a intervenção poética, o que seria deste universo onde a cultura terá que ser rainha?
Leia-se POESIA, semeie-se o verso num campo onde vivem ramalhetes «rubros de papoilas».
Luísa Ramos
A vida está espelhada na montra de uma qualquer vitrina, e junto com ela, estão imensas iguarias, que acodem ao nome de segurança, liberdade e paz que todos deveriam possuir; todavia a montra esvai-se num trago, e nela ficam só constatações de situações inóspitas carregadas de sofrimento e de nostalgia, que não se conseguem sarar de maneira fácil.
A fealdade pincela o universo, e nem nas estrelas se conseguem ver resultados de LUZ, que incendiariam o mal para equacionar o bem, por isso, temos consciência de que, por muito que façamos, tudo é desconcerto à imagem camoniana. Os tratados de paz foram embora no comboio do TEMPO, e no lugar deles, ficou um amontoado de cal, que acode ao nome de loucura. Hoje é difícil acordar o SER para a construção de um espaço de excelência porque atrás dele vive a vilania, a discórdia e a desordem. Dir-se-á que só a poesia contém, em si, a chave para uma parca mudança da atitude social - poesia de intervenção onde tudo é dito sem pejo…!
Só a poesia fala da possibilidade de dar LUZ à vida adoecida num vasto conjunto de frases curtas, que ligadas expressam vontades e rios de mudança. Sem a intervenção poética, o que seria deste universo onde a cultura terá que ser rainha?
Leia-se POESIA, semeie-se o verso num campo onde vivem ramalhetes «rubros de papoilas».
Luísa Ramos
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895302703 |
| Editor: | MoDocromia |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2020 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 219 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 118 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | A Voz da Lira |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789895302703 |
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