adicionar à lista de desejos
Pedaços de História Local (2 volumes)
Editor:
Palimage, dezembro de 2011 ‧
ver detalhes do produto
45,01€
10% DESCONTO
CARTÃO
WkUxUlRIaFNTVnBNVkRSdU1XNUNNVnBqZUROMFVsRjRSREY2WnpCTFIwbEdNbVJuWVZkcVVFRXJRV05SUlV4RVpWTkRTbTF4TWpCVEwzaHpOVGRWV25CNmVISnRZeTlIVm1kSlpHZFdTMGhVVEZKdGIyRmhVMVoyTldONFJUQlVZMkZWUjFCdVZqUTRVeTgxYTNOVlFXVmFjM2h4VFhnelpscEtTR2xrTlRKc1psVlBlVVJ2VkZCcGRHeDBiVzFOUm1KM2JYSXZSSGsxWWt4dVkxaFZaVVF4YW0wMU5qWXJSakJOVm5wRFpGSnJSRUp3YnpkeFZteENZMVJyUTBWUGRuVkdiV2N4V1ZBMlQwOU9PR0YzY1hRMk0ya3lNSGMyTjNONGJIWnNMMjF6UjBseVpYVXpWek5XV0dwdE5uUTBNSEkxVG5GeFdFdENiR2R1ZFhCcFNYSjJlRlYxZW1kS1pXZzNha0Y1WlRCVlZtMUplbFZNWVhWMEt6Tm1MMFUxV0ZWSldEaFVSbGd4UlZkclRuVndVMFp6UVZKUGQyRlZiRGt4VUV0WlQzTmtialJ2VGtST01sQXhlSEJHVHl0SVR6VnRTRFFyVkdsM01ERkVhVTgyYVcxTVFWUnFNV1JoYkZWUlVXMWtSMVpIUkdkMkwxbzJUbmRQTTNSbk5HSlBSbXRaVGpOWk0zQTBTbVF3V1dobVVVVkRjR2d6ZDFWVk4ycEJiVnBqY2tWeVNHcHRUMVo0T1V4d0t6SXhaRGh1UTFsUmNFSmpTakZIV1RCVFltdGtjSGxEY3pOMGRESkRTVlJKV0dneVJVcHhNWEpSWVRWSWJHNXhWVUZhYVdNdmVVaHFLM1ZIYjBWNFMwSllMMjFNUlRaYWVFOTNkbFI0VVdKS1JHMXdVM2QwTmxoVU1pdHFTa2RXTUZkVVUxUXhOM1V3ZG10ME5tbHdTRTV6Y1VWRFowVnhZVGwyYURreFpTOHJZVzB2ZWtwemFGZFNVbTB5U25KSmFpOVZjV2hNSzBweWRVdzVUMGMxUkVrNWFWbE5MM1JsWlZCVVRDOW5NWFZRVEhKVlRGWm9jMkUyWWtjMU5HaHFaM05ZYWxOSVJGQlRLM0JXVjB4UVRuZExWRk0xVWs1VVZEVk1kVFpoUkhaVGJIQkJOMEY2V2xNeGFHcDRkWEpPTjBscmJGVnBhMmRrV1ZOUGJXRlVkVVI1TUZGRGFqSnVRaXQxTjJzMlMwdEVaRVpJWVM5dmFqUmxlUzlFTTJkd1VFWmtVak5RWkVOQmExVnNTblJLUkU1RlJ6QjJkVk5WTDNSc1VYbzVLMHd2YVc1dGJ6azBVSHBPUnk5R05sRnFRVTlvUkV0V05EWnBPRzV5YjFoSWNYWlVOSEk1TUVSVmMzZG9aejA5OnBkZkpiVXg2QUhjdmw1T3ZIcWJ3TFE9PQ==
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
«A História Local desenvolveu-se muito nas últimas quatro décadas [...]. Os historiadores profissionais chamaram-na a si, sem perder a benfazeja feição dos que amam a pátria local, sentimento enraizado de pertença a uma comunidade que se estuda como se pode ou como se sabe. Saber hoje adquirido cada vez mais no ensino superior, caminhando-se para o entrosamento das novas competências com o natural gosto pela investigação do espaço local [...].
A Constituição Política de 1976 modelou o poder local [...] como espaço de intervenção democrática, buscando as origens e o seu desenvolvimento. O reacender dos afectos de que os homens se mostram tão carentes, pode tentar-se, precisamente, pela vivificação de um certo poder local, criador de círculos de sociabilidade através da participação nas coisas públicas. Numa república local não há apenas a gestão camarária, mas a cidade viva, a que constitui, afinal, a república».
Considerações prefaciais assumidas no desenvolvimento dos primeiros textos do volume, uma teoria antes de entrar numa localidade, a cidade de Coimbra, na qual se percorrem ruas simbólicas como a dos encantos de Sofia, se adentra nas estruturas sociais e se assiste a conflitos de uma urbe diversa, nomeadamente ao tempo dos cristãos-novos e da adesão da cidade a D. António, rei de Portugal, ao mesmo tempo que se vão encontrando poderes locais como os da Misericórdia, da Câmara e da Universidade nos séculos XVI a XVIII. No horizonte envolvente, uma reflorestação quinhentista.
Se Coimbra, cidade, pode ser representada por uma figura feminina de estirpe régia, a Coimbra Universidade, com «coerência e coesão» urbana, é simbolizada pela imagem de um estudante universitário.
A imagética estudantil, com efeito, une os textos deste segundo volume que sobretudo representa o caminho do quotidiano escolar «ao exercício de uma profissão, nomeadamente a docência. Leituras ouvidas, leituras pestanejadas à luz do candeeiro ou da vela, prolongamento do alvorecer do dia laborioso. Leituras ou escritas sonhadas, pensadas, ditas e fixadas com auxiliares ou não [...].
Percurso difícil, o de estudante e o de professor, com muitas encostas a trepar. Não apenas as da topografia, a caminho do Paço das Escolas.
Era aqui, em termos simbólicos, que se devisava o futuro todo [...]. A começar pelo dos saberes de então, incluindo o saber histórico que aparece curricularmente organizado de novo dentro de uma nova Faculdade a seguir a uma revolução. Foi há cem anos».
Nela participou, da génese à consolidação, como estudante, como militar e como amante da história local, o coronel Belisário Pimenta, doador à Universidade do seu espólio literário. Dele se traça uma biografia emotiva. «O estudante, que se tornou graduado, reencontra o estudo da História, uma vez tirada a veste do ofício. Com toda a força dos começos, onde tudo se resolve em tenra idade», como se escreve no prefácio.
A Constituição Política de 1976 modelou o poder local [...] como espaço de intervenção democrática, buscando as origens e o seu desenvolvimento. O reacender dos afectos de que os homens se mostram tão carentes, pode tentar-se, precisamente, pela vivificação de um certo poder local, criador de círculos de sociabilidade através da participação nas coisas públicas. Numa república local não há apenas a gestão camarária, mas a cidade viva, a que constitui, afinal, a república».
Considerações prefaciais assumidas no desenvolvimento dos primeiros textos do volume, uma teoria antes de entrar numa localidade, a cidade de Coimbra, na qual se percorrem ruas simbólicas como a dos encantos de Sofia, se adentra nas estruturas sociais e se assiste a conflitos de uma urbe diversa, nomeadamente ao tempo dos cristãos-novos e da adesão da cidade a D. António, rei de Portugal, ao mesmo tempo que se vão encontrando poderes locais como os da Misericórdia, da Câmara e da Universidade nos séculos XVI a XVIII. No horizonte envolvente, uma reflorestação quinhentista.
Se Coimbra, cidade, pode ser representada por uma figura feminina de estirpe régia, a Coimbra Universidade, com «coerência e coesão» urbana, é simbolizada pela imagem de um estudante universitário.
A imagética estudantil, com efeito, une os textos deste segundo volume que sobretudo representa o caminho do quotidiano escolar «ao exercício de uma profissão, nomeadamente a docência. Leituras ouvidas, leituras pestanejadas à luz do candeeiro ou da vela, prolongamento do alvorecer do dia laborioso. Leituras ou escritas sonhadas, pensadas, ditas e fixadas com auxiliares ou não [...].
Percurso difícil, o de estudante e o de professor, com muitas encostas a trepar. Não apenas as da topografia, a caminho do Paço das Escolas.
Era aqui, em termos simbólicos, que se devisava o futuro todo [...]. A começar pelo dos saberes de então, incluindo o saber histórico que aparece curricularmente organizado de novo dentro de uma nova Faculdade a seguir a uma revolução. Foi há cem anos».
Nela participou, da génese à consolidação, como estudante, como militar e como amante da história local, o coronel Belisário Pimenta, doador à Universidade do seu espólio literário. Dele se traça uma biografia emotiva. «O estudante, que se tornou graduado, reencontra o estudo da História, uma vez tirada a veste do ofício. Com toda a força dos começos, onde tudo se resolve em tenra idade», como se escreve no prefácio.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897030017 |
| Editor: | Palimage |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 171 x 243 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 1060 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789897030017 |
-
10%Antiquarismo e HistóriaSagesse20,00€ 10% CARTÃOportes grátis
-
Capítulos de História de Portugal - 3 VolumesPalimage50,00€
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Memória e História LocalPalimage30,01€ 10% CARTÃOportes grátis
-
10%Livro que FalaImprensa da Universidade de Coimbra31,50€
35,00€portes grátis