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Parker Pyne Investiga

Obras de Agatha Christie N.º 17

de Agatha Christie
Editor: Edições Asa, abril de 2003 ‧
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É através deste anúncio no jornal que Parker Pyne atrai a sua clientela. Segundo as suas próprias palavras, ele não é detective, mas sim um «especialista do coração». Imposturas, enganos, cúmplices e armadilhas são elementos que fazem parte dos seus métodos de trabalho. Parker Pyne trabalha mais para a felicidade alheia do que propriamente para resolver mistérios. Mas eis que, ao tirar umas férias afastado dos seus clientes e do seu país, Parker Pyne dá consigo a lidar com casos de assassínio, roubo e fraude. Do Expresso do Oriente a Bagdade, do Egipto a Petra...

Parker Pyne Investiga

Obras de Agatha Christie N.º 17

de Agatha Christie

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724133195
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 218 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Agatha Christie
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789724133195
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

É feliz? Se não é, consulte Mr. Parker Pyne

B. Silva

´´É feliz? Se não é, consulte Mr. Parker Pyne´´, a frase mais lida ao longo deste livro. Cada capítulo é uma nova história em que Parker Pyne resolve os problemas dos seus clientes. Uma visão diferente de Agatha Christie, em comparação com os restantes livros que já tive a oportunidade de ler.

Uma abordagem diferente ao mistério.

Cristina Albuquerque

Um "detective" especial que na verdade só pretende ajudar os seus "clientes" a encontrar um rumo. Uma forma diferente de abordar o mistério. Agradável.

SOBRE O AUTOR

Agatha Christie

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

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