Papéis Avulsos

de Machado de Assis
Editor: Martin Claret, Janeiro de 2013 ‧
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Amargo e sarcástico observador dos costumes e da condição humana, Machado de Assis escreveu algumas das melhores obras da literatura brasileira.Um crítico afirmou: o ponto mais alto e mais equilibrado da prosa realista brasileira acha-se na ficção de Machado de Assis. No conto, o grande escritor produziu algumas obras-primas. O melhor da sua produção de contista está na coletânea Papéis Avulsos (1882). São contos de observação da vida exterior e de análise psicológica, em que o autor foi mestre consumado.O conto machadiano é uma arte de pormenores, de sutilezas, em que há o engaste perfeito da simplicidade do estilo, do humor e da reflexão..

Papéis Avulsos

de Machado de Assis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788572329293
Editor: Martin Claret
Data de Lançamento: Janeiro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 117 x 182 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 216
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obra-Prima De Cada Autor
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788572329293

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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