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Pais e Filhos

de Ivan Turguéniev
Editor: Relógio D'Água, Janeiro de 2008 ‧
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«Nabokov disse que "Pais e Filhos" era "um dos maiores romances do século XIX". [Mas]O melhor livro do escritor russo parece estar em condições de poder ser ainda um dos maiores romances do século XXI.»
Mário Santos, Público

«Pais e Filhos não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século xix. Turguéniev conseguiu fazer aquilo a que se propôs: criar um personagem masculino, um jovem russo, que afirmasse a sua — do personagem — ausência de introspecção e que, ao mesmo tempo, não fosse uma marioneta nas mãos de um repórter social. Bazárov é um homem forte, sem dúvida — e muito possivelmente, tivesse ele vivido além dos vinte anos (acaba de sair do liceu quando o conhecemos), ter-se-ia tornado um grande pensador social, um médico famoso ou um revolucionário activo, para lá dos limites do romance.»
Do Posfácio de Vladimir Nabokov

Pais e Filhos

de Ivan Turguéniev

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727089390
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: Janeiro de 2008
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789727089390

SOBRE O AUTOR

Ivan Turguéniev

Ivan Turgueniev nasceu em Orel, no Império Russo, a 9 de novembro de 1818. A sua obra-prima, Pais e Filhos, é considerada uma das grandes marcas do século XIX. Aos 25 anos, com a publicação de Parasha obteve, pela primeira vez, a atenção da crítica. Com os romances Rudin, Gnedo, Dvorianskoe e Nakanune, deixa a sua marca literária com o mérito de ter sido o primeiro escritor russo com reconhecimento considerável na Europa Ocidental. É também conhecido como o inventor do termo nihilista, que aplicou ao protagonista do romance Ottsy I Deti e que acabou por chegar aos nossos dias com o significado de ausência de sentido, finalidade ou resposta, aplicado a áreas tão diversas como a arte, as ciências humanas, a literatura, a ética ou a moral. Em 1862, na sequência da publicação de Ottsy I Deti e da controvérsia à sua volta gerada, abandona a Rússia e, após passagens pela Alemanha e Inglaterra, estabelece-se em Bougival, arredores de Paris, onde acabaria por morrer a 3 de setembro de 1883.

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