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Paciência com Deus

Oportunidade para um encontro (5.ª Edição)

de Tomáš Halík

editor: Paulinas Editora, fevereiro de 2013
Um crente que diz que os ateus não estão errados
Tomáš Halik produz com este livro uma das mais estimulantes respostas ao diálogo, nem sempre pacífico, entre fé e ateísmo. O seu argumento é de que a única grande diferença entre ateus e crentes é a paciência. Os ateus não estão errados, apenas impacientes. No fundo, pretendem resolver rapidamente as dúvidas em vez de suportá-las. Mas a insistência dos ateus em afirmar que o mundo natural não prova a existência de Deus está correta. E a sua experiência da ausência de Deus é uma experiência verdadeira, compartilhada também pelos crentes.
A fé não é uma negação de nada disso. Pelo contrário, é uma resistência paciente face à ambiguidade do mundo e uma espera confiada na ausência de Deus. A fé não é senão, como o sugestivo título de Halik indica, a paciência com Deus.
Em contraste com a retórica fechada de alguma apologética - que com uma ingenuidade drástica tenta simplesmente contornar a ambivalência do mundo natural e as dificuldades reais do ato de crer, Tomáš Halik dá, de facto, uma resposta sensível e realista, do ponto de vista cristão, às interrogações do ateísmo.

"Paciência com Deus" constitui, no seu efeito surpresa, um grande acontecimento editorial. É um livro premiado internacionalmente que por toda a parte suscita debates apaixonados. Tomáš Halik é não só o mais importante intelectual católico da República Checa, mas tornou-se, com esta obra, um autor europeu de referência. Prémio Melhor Livro Europeu de teologia

Livro do mês, nos EUA

«O teólogo checo Tomáš Halík procura os sinais de um diálogo difícil em torno do cristianismo de hoje: a questão é saber que Igreja querem os crentes.»
Bruno Vieira Amaral, in revista LER

«Halík não perde tempo com os ateus belicosos. Em vez disso, desloca a sua atenção para os humanistas seculares e para os espiritualmente inquietos que não se reveem na «religião organizada».»
Bruno Vieira Amaral, in revista LER

«Não, a fé não é uma palmadinha nos ombros, é um murro no estômago.»
Henrique Raposo, in Expresso

«“Paciência com Deus” apela precisamente a largar certezas, a sair da zona de conforto, a, no mínimo, permitir que o desconhecido possa vir ter connosco, com as consequências que daí podem advir – como, por exemplo, pôr em causa parte das nossas “verdades”.»
Filipe Messeder, in além-mar

«T. Halík escreveu uma obra de teologia, num estilo pouco habitual. Os grandes teólogos que ajudaram a elaborar os textos do Vaticano II e a lançar a teologia em novos horizontes já são raros e idosos. Não admira que seja saudada uma teologia que continua a apresentar-se com perguntas antes de respostas feitas e que incita o pensamento a caminhar pelo mundo do desassossego, das interrogações e dúvidas, o território onde se vive a "paciência de Deus", desse Deus que interrogou o interessante Zaqueu desta obra: "A fé - se for uma fé viva - tem de respirar; tem os seus dias e as suas noites. Deus não fala apenas através das suas palavras, mas também através do seu silêncio. Fala às pessoas não só através da sua proximidade, mas também do seu afastamento. Tu esqueceste-te de escutar a minha voz nos que experimentam o meu silêncio, a minha distância, nos que olham do outro lado, do vale de trevas, para o monte do meu mistério, escondido numa nuvem. Aí é que me devias ter procurado. A esses é que devias ter acompanhado, fazendo-os aproximar-se um pouco mais do limiar da minha casa. Era essa a porta especialmente preparada para ti."»
Frei Bento Domingues, in Público

«T. Halík escreveu uma obra de teologia, num estilo pouco habitual. (...) Não admira que seja saudada uma teologia que continua a apresentar-se com perguntas antes de respostas feitas e que incita o pensamento a caminhar pelo mundo do desassossego, das interrogações e dúvidas, o território onde se vive a ‘paciência de Deus’ (...)»
Frei Bento Domingues, in Público

«[Este livro] é um suave diluente das certezas eclesiásticas reconstruídas, de modo estridente, nos anos 80-90 (...). Recupera, com mansidão, a memória interdita dos ‘padres operários’, o sentido da teologia da libertação, os caminhos ocultos de deus na sociedade secular ocidental, sem se perder nas disputas e desavenças entre ‘conservadores’ e ‘progressistas’. (...) O tecido desta obra é construído por tudo o que tem sido desvalorizado, ocultado, marginalizado ou desfigurado na apologética eclesiástica (...) O que realmente o preocupa é (...) o tempo de escuta e de atenção a quem anda por outros caminhos, por carreiros e lugares ‘mal frequentados’. O próprio Jesus tinha sido acusado de andar em más companhias.»
Frei Bento Domingues, in Público

«O livro Paciência com Deus não pretende ser nenhum manual de viagem. É um testemunho, muito reflectido e documentado, de uma grande peregrinação, atenta a tudo o que encontrou pelo caminho, sem dar lições.»
Frei Bento Domingues, in Público

«Quase indispensável de ler para qualquer cristão para quem a fé não é só uma questão encerrada, mas sempre aberta, sempre à procura de permanente renovação, esta proposição de Tomás Halík é de uma fluência de leitura muito agradável, com muitas referências a autores marcantes na teologia cristã, e que recompensa o leitor com aquela sensação reconfortante de quem vira a última página: este livro ensinou-me, dele tirei conhecimento.»
António Cardoso Pinto, in essejota.net

Paciência com Deus

Oportunidade para um encontro (5.ª Edição)

de Tomáš Halík

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896732851
Editor: Paulinas Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 208 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poéticas do Viver Crente
Classificação temática: Livros em Português > Religião e Moral > Estudos Teológicos Livros em Português > Religião e Moral > Moral e Ética
EAN: 5603658156874
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Excecional! Recomendo a todas as pessoas (in)conformadas

T. Gonçalves

Surpreendente, da primeira à última páginas, Tomáš Halík apresenta uma visão – ou melhor, uma interrogação – diferente de tudo o que ouvi antes. Podemos apreciar, estranhar, ou desconfiar das várias reflexões que vai fazendo, até porque não tem medo de abordar vários assuntos delicados e difíceis. E por isso, é muito enriquecedor escutar as suas interrogações desafiantes e pensamentos refrescantes, como se o próprio autor também tenha subido a uma árvore e vê o mundo de uma nova perspetiva. “Paciência com Deus” despertou-me a atenção pelo título e pela nacionalidade do autor; descobri-o por acaso, algum tempo depois de uma viagem ao seu país natal, República Checa. Também neste livro, acabei por encontrar algo de interessante e paradoxal como encontrara nessa viagem: lera algures que seria um dos países com uma das populações menos religiosas do mundo e, no entanto, lá senti uma agradável atmosfera de espiritualidade. Halík aborda a questão da fé e ateísmo de uma forma que os aproxima sem dissolver nenhum dos dois. Como pontos de encontro refere, por exemplo, aqueles «momentos – e, por vezes, até longos períodos – em que Deus se mantém afastado ou parece ter-se escondido… momentos crepusculares em que as nossas vidas e o mundo estão cheios de incerteza, durante a fria noite do silêncio de Deus.» (p. 17) Recomendo este livro excecional a “observadores curiosos”, é um bom companheiro para parte do nosso caminho enquanto buscadores. «Nunca se deve considerar o mistério resolvido. O mistério, ao contrário de um mero dilema, não pode ser resolvido; há que esperar com paciência no seu limiar…» (p. 16)

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Viver a fé

António Novais

Um livro para aprofundar a vivência da fé.

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Bom livro para quem se sente perdido

Vera

Livro exelente para refletir quando por vezes nos sentimos perdidos

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Procura, interrogações, esperança...

Magda Faria

Um livro que agita, que provoca interrogações e faz pensar nas nossas "certezas". Uma leitura que traz algo de novo na forma como "vemos" Deus e na forma como Deus chama por nós.

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Uau, que paciência

Fábio Pedro

Esta obra não fica atrás das outras duas obras do autor que já se encontram traduzidas para português. Volta a mostrar-nos que devemos libertar-nos dos nossos preconceitos para podermos perceber verdadeiramente Deus, ao invés de procurarmos criar um Deus à nossa imagem e semelhança. Mais um momento em que posso reflectir sobre a minha fé e purificá-la.

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Paciência com Deus

MAG

Um livro inteligente, profundo, culto e espiritual. Recomendo sobretudo àquelas que conseguem sempre arranjar uma justificação inteligente para não aderir a Deus ou àqueles que se sentem missionários no meio de descrentes.

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Crescer na essencialidade

ToninoSousa

A essencialidade da fé é demonstrada neste livro como algo que se pode tocar. Entrar na sua profundidade é brotar em relação e encontro com Ele, e com aqueles que connosco fazem caminho.

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A paciência como dom

Paulo Toste

O autor coloca no início, entre outras, esta citação de Adel Bestavros: "Paciência com os outros é Amor, paciência consigo mesmo é Esperança, paciência com Deus é Fé." A tónica na importância da paciência nos tempos atuais apresenta-se como uma perspetiva que, por uma lado, reafirma a força da espiritualidade e, por outro, explica a crise de Fé dos nossos tempos. Um livro para todos, crentes ou não.

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Paciência com Deus

Maria Gabriela Almeida

Um livro denso, mas de fácil leitura, que nos transmite ideias que já tivemos e sentimos mas que nunca as conseguimos expressar. Longe dos rituais da Igreja, existe uma fé que "está á porta" e que Deus espera, sempre com paciência e carinho, que consigamos dar o primeiro passo.

Tomáš Halík

Tomáš Halík nasceu em Praga, no ano de 1948. Licenciou-se em Ciências Sociais e Humanas, em 1972, na Universidade Charles, Praga.
Pouco depois, iniciou, clandestinamente, a formação superior em Teologia, que veio a concluir, já depois da queda do muro de Berlim, numa importante universidade pontifícia de Roma.
Foi perseguido, durante a ocupação comunista, como "inimigo do regime". Trabalhou como psicoterapeuta numa unidade de acompanhamento a toxicodependentes. Em 1978, sempre na clandestinidade, foi ordenado sacerdote e tornou-se um dos assessores mais próximos do cardeal Tomášek, figura emblemática da chamada "Igreja do Silêncio". Com o fim do Comunismo, foi nomeado conselheiro do presidente Václav Havel e, posteriormente, Secretário-Geral da Conferência Episcopal Checa.
Atualmente, ensina Sociologia e Filosofia da Religião na Universidade Charles, em Praga. Tem também exercido a docência, como professor convidado, em universidades tão prestigiadas como Oxford, Cambridge e Harvard. É membro da Academia Europeia da Ciência e da Arte e foi consultor do Conselho Pontifício para o Diálogo com os Não-Crentes. Os seus livros estão traduzidos em numerosas línguas. Foi distinguido com prémios nacionais e internacionais de literatura e de diálogo intercultural e inter-religioso, como o Prémio Cardeal König (2003) ou o Prémio Romano Guardini (2010). O seu livro Paciência com Deus, que a Paulinas Editora apresenta ao público português, recebeu o galardão de "Melhor Livro Europeu de Teologia de 2009/10" e, nos EUA, foi destacado como "Livro do Mês", em julho de 2010.
Tomáš Halík foi distinguido com o Prémio Templeton 2014, de 1,3 milhões de euros, um dos maiores do mundo atribuídos a pessoas individuais. O padre e filósofo checo arriscou ser preso por promover a liberdade religiosa e cultural depois de a União Soviética ter invadido a Checoslováquia, tendo-se tornado desde então um defensor do diálogo entre diferentes fés e não crentes, assinala o site do Prémio Templeton. O prémio da Fundação Templeton, sediada em West Conshohocken (Pensilvânia, EUA), distingue uma personalidade que tenha contribuído de forma relevante para afirmar a dimensão espiritual da vida. Entre os distinguidos encontram-se a Beata Madre Teresa de Calcutá, no primeiro ano em que o galardão foi atribuído (1973), Irmão Roger (Taizé), Chiara Lubich, Aleksandr Solzhenitsyn e, em 2013, o arcebispo anglicano Desmond Tutu.

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