O Meu Deus é um Deus Ferido
SINOPSE
Ao receber a notícia, em março de 2014, de que lhe fora atribuído o Prémio Templeton 2014, Tomás Halik alegrou-se por esta nomeação ter coincidido com o primeiro aniversário do pontificado do papa Francisco, a quem ele louvou por ter introduzido a «cultura da proximidade» na Igreja atual.
Essa cultura foi o que ele procurou transmitir no livro Dotkni se ran [Tocar as feridas] (2008), agora editado pelas Paulinas Editora com o título O meu Deus é um Deus ferido. Trata-se de uma profunda reflexão sobre o «evangelho de Tomé» (Jo 20,19-29), tendo como pano de fundo os problemas do nosso mundo: a miséria social e a pobreza espiritual. Estes problemas, precisamente, são a «chagas» de Cristo que é preciso tocar. «Se os ignoramos - diz o nosso autor -, não temos o direito de proclamar: "Meu Senhor e meu Deus".»
O padre e filósofo Tomás Halik tornou-se conhecido internacionalmente pelo seu empenho num diálogo construtivo com os não-crentes, ou com os crentes de outras tradições religiosas. (Precisamente por esse compromisso na promoção dos valores espirituais, veio a receber o Prémio Templeton.) Esse empenho bebeu-o ele dos seus professores, sacerdotes perseguidos que passaram muitos anos nas prisões e campos de trabalho comunistas, onde aprenderam o valor do diálogo com o outro não crente (ou não cristão), e que esperavam e sonhavam com uma Igreja purificada, com uma Igreja sem triunfalismo e ao serviço dos pobres e oprimidos. Afinal, com a Igreja de Francisco.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Faz bem ler este livro. Este livro faz cair as “escamas” dos olhos, abre-nos à luz para ver o invisível e deixá-lo chegar até nós, para que nos toque.»
Vasco Pinto de Magalhães s.j.
«Um assunto impopular: é o tema de ‘O Meu Deus é um Deus Ferido’, de Tomáš Halík (Paulinas), o autor de ‘Paciência com Deus’. Mesmo para não católicos, há aqui motivos de reflexão. Deus é sempre o Outro.»
Francisco José Viégas, in Correio da Manhã
«É um paradoxo: apesar de apostarem na dúvida e incertezas da fé, os livros de Halík ajudaram-me a dar dois ou três passos na direção do deserto.»
Henrique Raposo, cronista do semanário Expresso
«A noite do confessor é um livro provocador sobre “a fé cristã numa era de incerteza”, que só deixará indiferente quem não tiver coragem de o ler com honestidade.»
Nuno Tovar de Lemos, padre jesuíta
«Lê-se com prazer este livro, com notas inesperadas de um humor amadurecido. É fruto do percurso espiritual de quem não abdica da cultura que criámos, da racionalidade, da individualidade e do corpo como “missão” a construir, quando nos convoca à esperança.»
Cristina Fabião, psiquiatra, professora na Universidade Católica
«Não, a fé não é uma palmadinha nos ombros, é um murro no estômago.»
Henrique Raposo, in Expresso
«O teólogo checo Tomáš Halík procura os sinais de um diálogo difícil em torno do cristianismo de hoje: a questão é saber que Igreja querem os crentes.»
Bruno Vieira Amaral, in revista LER
«Halík não perde tempo com os ateus belicosos. Em vez disso, desloca a sua atenção para os humanistas seculares e para os espiritualmente inquietos que não se reveem na «religião organizada».»
Bruno Vieira Amaral, in revista LER
«“Paciência com Deus” apela precisamente a largar certezas, a sair da zona de conforto, a, no mínimo, permitir que o desconhecido possa vir ter connosco, com as consequências que daí podem advir – como, por exemplo, pôr em causa parte das nossas “verdades”.»
Filipe Messeder, in além-mar
«T. Halík escreveu uma obra de teologia, num estilo pouco habitual. (...) Não admira que seja saudada uma teologia que continua a apresentar-se com perguntas antes de respostas feitas e que incita o pensamento a caminhar pelo mundo do desassossego, das interrogações e dúvidas, o território onde se vive a ‘paciência de Deus’ (...)»
Frei Bento Domingues, in Público
«O livro Paciência com Deus não pretende ser nenhum manual de viagem. É um testemunho, muito refletido e documentado, de uma grande peregrinação, atenta a tudo o que encontrou pelo caminho, sem dar lições.»
Frei Bento Domingues, in Público
«Parabéns por mais um livro deste Autor! Quero lê-lo para continuar a ser guiada pelas palavras de Tomáš Halík, que abrem caminho para o que não ousávamos ver! E, por isso, transformam-nos.»
Maria Teresa Maia Gonzalez
«Depois de "Paciência com Deus" (2013) e "A Noite do Confessor" (2014), "O Meu Deus É Um Deus Ferido" é mais uma oportunidade para conhecer o pensamento de um dos mais importantes teólogos da atualidade. Os seus livros, pela abordagem desassombrada das questões da fé e a capacidade de as relacionar com o quotidiano e de as situar num mundo de onde querem expulsar as crentes, são manifestas pontes de diálogo entre crentes e não-crentes.
Halík enfrenta com coragem as feridas visíveis e invisíveis dos homens, que não se esgotam na miséria social e que o autor testemunhou enquanto terapeuta e sacerdote, pois só assim é possível procurar uma cura para o sofrimento.»
in revista LER (sugestão de leitura para o verão 2015)
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896734411 |
| Editor: | Paulinas Editora |
| Data de Lançamento: | março de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 141 x 212 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 240 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Religião e Moral
>
Catolicismo
|
| EAN: | 5603658156706 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Aperfeiçoamento da fé
Hugo Valente de Abreu
Um excelente livro de Tomás Halik, foi um grande companheiro no aperfeiçoamento da minha fé. O autor tem uma escrita brilhante, cristalina que nos permite compreender com facilidade a complexidade dos temas da religião.
O S. Tomé que há em nós
Carlos Côrte-Real
O meu Deus é um Deus ferido é um livro que se inspira na aparição de Jesus Ressuscitado a S. Tomé. Trata-se de um desafio ao Tomé que há em cada um de nós, para de uma forma racional e reflectiva permitir encontrar novos sentidos nas Escrituras.
Vale a pena
L. V. T.
Ao ler este livro somos "empurrados" a questionar a nossa fé. Somos Tomé que queria ver mas é surpreendido e convidado a olhar de outra forma! O autor leva-nos, pelos seus caminhos e reflexões, a desejarser bem-aventurados como Tomé, descobrindoo caminho da fe a partir do reconhecimento de que não vemos na totalidade. Podmos ter a convicção profunda dessa fé quando vemos a Cristo nos pequeninos que se cruzam na nossa vida. Uma leitura estimulante para quem se interroga sobre a vida e a fé. Vale a pena!
A religião está de volta
CRPSilva
As opiniões são sempre diferentes e é bom pensarmos com questões do que com respostas. O próprio Deus nunca nos dá uma resposta, coloca-nos sempre várias questões...
Um livro que nos faz pensar
João Cid Brito
Estou a adorar a leitura deste livro, e a sua comparação com as dores do ser humano e o que Jesus Cristo passou na sua Paixão. Um livro que retrata passagens bíblicas que certamente já ouvi e li imensas vezes e depois as explica num contexto do tempo e atual. Recomendo a leitura!
Mais um livro desconcertante...
Fábio Pedro
Uma excelente obra, que mostra que muitas das coisas que defendemos de Deus afinal não pura ficção. A sua leitura vale a pena, pois ajuda-nos a desmontar algumas imagens de Deus que temos, que nos induzem em erro. Gosto da forma como coloca os temas e dos exemplos que dá. Aconselho vivamente à sua leitura, principalmente nas imediações da Semana Santa, pois é quando ele toca-nos mais no fundo de nós mesmos.
ÓTIMO!
Ana Mariza
GOSTEI MUITO DE CONHECER O AUTOR QUE NO BRASIL, SÓ TEM PUBLICADO O "PACIÊNCIA COM DEUS". SOU GRATA A ESSA LIVRARIA PELA POSSIBILIDADE DE LE-LO.
Tema profundo e desafiante
Nuno Amaral
Este é um livro que nos desafia a encontrar Deus (Pai e Filho) de uma forma diferente, aos olhos de São Tomé. Um livro que nos remete à simplicidade e humildade de encontro com Cristo Ressuscitado, nas Suas chagas, através daqueles que sofrem. Sem dúvida um livro bastante interessante e profundo.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Nenhum Caminho Será Longo10%Paulinas Editora14,85€
16,50€portes grátis -
Pai-Nosso que Estais na Terra10%Paulinas Editora14,00€ 10% CARTÃO