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Os Papeis de Rachel

de Martin Amis
Editor: Quetzal Editores, setembro de 2010 ‧
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Quando publicou o seu primeiro romance, Martin Amis tinha 24 anos. Em Os Papéis de Rachel, Charles Highway é o jovem precoce, inteligente e altamente sexuado, que lida com raparigas como o faz com a literatura — de forma sistemática. Enche pastas e pastas com observações, estudos e outras maneiras de levar mulheres para a cama.
O livro de estreia de Amis pode funcionar como um contraponto da sua mais recente obra, a Viúva Grávida (publicado pela Quetzal), em que se rememoram e dissecam os costumes (leia-se, os comportamentos sexuais) dos anos que iniciaram a década de 1970, à distância e com o desassombro de uma idade avançada. Acolhido pela crítica com grande entusiasmo, Os Papéis de Rachel introduz temas e personagens que vão perpassar toda a ficção de Martin Amis e revela já, tão prematuramente, o génio e o brilhantismo da sua prosa.

«Amis tem uma visão impiedosa, e hilariante da juventude.»
The New Yorker

«Um livro verdadeiramente divertido e sexy.»
New York

Os Papeis de Rachel

de Martin Amis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725648957
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 237 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Tipo de produto: Livro
Coleção: Serpente Emplumada
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789725648957

Rachel

António Rato

Uma sátira sobre juventude, imaturidade, arrogância e desejos sexuais, tudo isto acompanhade de um humor negro e cínico característico de Martin Amis. Com diálogos afiados e introspecções irônicas, o livro é um retrato mordaz de uma mente jovem e confusa.

Os papeis de Rachel

Ana Ferreira

Fácil leitura e como tudo de Martin Amis deixa-nos a pensar

SOBRE O AUTOR

Martin Amis

Martin Amis (Oxford, 25 de agosto de 1949 – Lake Worth, 19 de maio de 2023) foi um dos autores de língua inglesa mais importantes e controversos. Nasceu no País de Gales e é filho do escritor Kingsley Amis. A matéria-prima dos seus romances radica no absurdo da condição pós-moderna e nos excessos do capitalismo tardio das sociedades ocidentais; e o seu inconfundível estilo é compulsivo, terrivelmente vivo. Saul Bellow, Vladimir Nabokov e James Joyce eram as suas grandes referências literárias. Por seu turno, influenciou uma nova geração de romancistas, como Will Self ou Zadie Smith.

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