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Os Movimentos na Igreja

Presença do Espírito e Esperança para os Homens

de Joseph Ratzinger
Editor: Lucerna, maio de 2007 ‧
7,50€
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A presente edição reúne três textos da autoria do actual Papa: dois da época em que ainda era cardeal e um escrito já depois de ter sido eleito Sumo Pontífice da Igreja Católica. Une-os um propósito comum: abordar de forma profunda e actual o tema dos movimentos que, como irrupções do Espírito Santo na vida da Igreja, foram tornando «sempre viva e nova» a estrutura eclesial ao longo da sua história. Mas, como essa renovação «nunca fica totalmente imune ao sofrimento e às fricções», importa identificar correctamente a situação teológica desses novos movimentos e comunidades na continuidade da organização eclesial. Eis o que se propõe fazer Ratzinger nos textos reunidos neste volume.
Tendo em conta o intenso caminho espiritual que os movimentos da Igreja têm percorrido nos últimos tempos, ávidos de uma sã espiritualidade, estes textos constituem uma preciosa ajuda para que a Igreja possa proceder a um discernimento e a um acolhimento correcto dessas novas manifestações da fé nos dias de hoje.

Os Movimentos na Igreja

Presença do Espírito e Esperança para os Homens

de Joseph Ratzinger

Propriedade Descrição
ISBN: 9789728835408
Editor: Lucerna
Data de Lançamento: maio de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 230 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789728835408

SOBRE O AUTOR

Joseph Ratzinger

Papa alemão, Bento XVI (16 de abril de 1927, em Marktl am Inn, na Baviera, na Alemanha - 31 de dezembro de 2022, Mosteiro Mater Ecclesiæ, Vaticano), nasceu com o nome de Joseph Alois Ratzinger. Era filho de um agente da polícia e de uma empregada de um bar e viveu a infância numa quinta. Em 1939, entrou para o Seminário de Traunstein. Com o eclodir da Segunda Guerra Mundial, teve de interromper os estudos e integrou uma unidade militar antiaérea em Munique. Alistou-se também na Juventude Hitleriana, embora tenha alegado que o fez contra a sua vontade.
Na primavera de 1945, com o avanço das tropas aliadas em território alemão, Ratzinger desertou do exército alemão e fugiu para casa, em Traunstein. No entanto, as tropas norte-americanas invadiram a aldeia e fizeram da casa de Ratzinger o quartel-general. Joseph foi identificado como soldado alemão e encarcerado num campo de prisioneiros de guerra, de onde seria libertado a 19 de junho desse ano.
Em novembro, regressou ao seminário e, em 1947, ingressou num instituto de teologia associado à Universidade de Berlim.
A 29 de junho de 1951, Joseph, juntamente com um seu irmão, foi ordenado padre na Catedral de Freising. Dois anos mais tarde, fez o doutoramento em Teologia na Universidade de Berlim. Tornou-se docente de Teologia na Universidade de Bona, tendo mais tarde lecionado em Munster, Tubingen e Regensburg.
Ratzinger chegou a Roma em 1962 como conselheiro do cardeal alemão Joseph Frings no Concílio Vaticano II e, logo nessa altura, se tornou uma figura muito mediática. A sua popularidade aumentou durante o maio de 68, movimento libertário dos estudantes franceses, que Ratzinger condenou, lamentando o marxismo e o ateísmo dos jovens da época. Uns anos mais tarde, em 1972, foi um dos fundadores do jornal de teologia Communio, atualmente um dos mais importantes do pensamento católico. Ratzinger foi nomeado Cardeal de Munique a 25 de junho de 1977 pelo Papa Paulo VI, que também o nomeou arcebispo do Mónaco. Mas foi com João Paulo II que Joseph Ratzinger ganhou mais poderes, quando em 1981 foi nomeado perfeito para a Congregação da Doutrina e da Fé. Esta instituição trata de promover e salvaguardar os ideais da Igreja católica em termos de doutrina e fé e substituiu a Inquisição. Ratzinger notabilizou-se pelas suas posições conservadoras, não escondendo ser contrário ao sacerdócio da mulher, ao matrimónio dos sacerdotes, à homossexualidade e ao uso de preservativos.
Entre 2 e 6 de março de 2001, Joseph Ratzinger esteve em Portugal, mais especificamente no Porto, a convite da Faculdade de Teologia da Universidade Católica. Na universidade portuense o então cardeal falou sobre a Europa e os seus fundamentos espirituais. Em 2002, chegou a Decano do Colégio Cardinalício, o órgão que escolhe os sucessores de cada papa. A 19 de abril de 2005, Joseph Ratzinger foi eleito pelo conclave cardinalício, no Vaticano, o novo papa, em substituição do falecido João Paulo II. O cardeal alemão, então com 78 anos, escolheu o nome de Bento XVI. O conclave durou dois dias, tendo sido um dos mais rápidos da história do Vaticano.

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