Os Loureiros Estão Cortados
Editor:
E-primatur, setembro de 2022 ‧
ver detalhes do produto
11,12€
20%
DE DESCONTO IMEDIATO +
10%
CARTÃO
WkZKMmFFUnRlRVpUVG5sa1kyVXhkV1pOWVZsRFEycERiVXBuYUdsS2VXaFBWemh4TUU5RFZHaHdhMnBDTW1oc2JHTTNaR2dyZDAxek9VUlpiSEl3YlZKV1NHZ3lhVmxHU0cxTFVsWXdSMGwzT1RoalVpdERUMHAwWWk5UVFXRlZaVzFNYm1kYWExbE9RU3RwWTFWNE9XTnBTekZOV1RWbWVWUkNXbFZZZFRSVk4wRjZjblkzT0RWVlkwaHFWR0p5WmpSeVRHODFjakpLV25kdlUyUnlVazFLYTJ0bFNGUjNaSFJDTnpRNGVEaFFRamRGWkU1RmR6ZEJOVzVMTW5GSE16SnFUMjlPVTJadE5UQXJVVGRvZHpKRFpXVlNSVkpoVW5SUWNtMHhlbUZYUVRKT1YyTklTbUZNVTNoUU1WVktXblpXTjNjNFRESklTblZRUW5GbGNFeEJOVWwyZDFCWGNtdFpXRlpaZFVWaVEyYzVialo2UWxCNlJqVnROalZJUVZNNWVGQnRSVkJ1UVM5aWJXRkNlSFJLUVZSek1rTlRPVTlYZVZWdlMxWjVZVGxGV2t0WFZWWm5VSEZrZVROeGRtb3lUVnBEYlhCbldYaEdkRmRhWTA1T2N6RkdVbWh6VEZKbEsxRkJRMUpOZFhKclFsazJNWGRqU21kUVQzTnliRVUyT1hkelNrVnpWbFZPTkVSc2VWSlZhbk52TUc1SWJuSk1lQ3RWYjJWM1J6Y3lla2szU0U5Q2VXbHphR2RGYlRSUGNsSTFUbTVUY0c1Q1ZsSkxja1pOU1hsT2REUkZRbEp5Y0RNMk9EaG1RMnh2UzJzeE1tSm1XRlpoU1ZFMWVUUkVVM0kwUkZKVVZrZ3ZUR3hzYTBoTU5UZHJWa05oYlV0VWRXcExibnAzUWpacFRubERURlJRWmpoSFRXUTBjVzh3UkhKRGRFWXdVRll4TVdOa1IxSkRVbmxFWjFWRlUzcERTSEV5Y1VSeWJFZE9kWGRGWWtOaFUxSkxWRXhNVWxWT1VVMXVkSFZ5VUd4WVZIVlFWMDlUTmxwR1VWUXlNRlZCVmtaUlVHRm1TamxrTm0wdlRrWjViemRKWWxabmJEYzJVRkpvSzBwc1pHOUxkamhxYUVaVWVtTkpia3N2WlhwSVRGQmFjamh3VXpKV2QwOUxNVk50V0hnd2JrdzVSRGRVTmtkRU4yTldOeXRIY2xKVWEyczRVMnRLU0RCR2JEaGFWWEl5TUd0bE9USTNiVWQwUzBkSlpsZElORVY1WmpjMFFqRmhMMjFrZVRoSU5EVnNlazVTVDNSeE9XUlJNWE00UFE9PTpBbW1veEcwWS95d1dwenBESmNSbWhnPT0=
EM STOCK
-
SINOPSE
Em 1922, James Joyce confessava numa carta ao seu tradutor francês, Valéry Larbaud, que o criador do monólogo interior fora Édouard Dujardin.
Joyce explicava-lhe que a novela Os Loureiros Estão Cortados tinha sido a principal inspiração para o estilo do seu Ulisses. Larbaud, por sua vez, insistiu numa reedição da obra há muito esgotada desde a publicação original em 1887.
Com um enredo intencionalmente difuso, a novela segue a vida de um estudante em Paris durante seis horas. O estudante antecipa o encontro com a bela actiz Lea d'Arsay, que o irá aceitar como amante (muito embora, na realidade, esteja apenas interessada no seu dinheiro).
As seis horas de anseios, dúvidas e motivação pessoal são, como mais tarde descreveu o seu Autor, «um romance de algumas horas, de uma acção banal, com um personagem aleatório». O interesse do Autor residia na forma de contar a realidade de uma pessoa comum: os seus pensamentos, a sua mente, tendo o Autor a menor intervenção possível nessa realidade inquestionável.
O título do livro tem origem numa canção com rima escrita por Madame de Pompadour, a famosa amante do rei francês Luís XV, em 1753. A canção descreve o ciclo da natureza, a morte e o renascimento da vida. No entanto, tem também um hipotético segundo sentido relativo à proibição das casas de passe devido a um surto de doenças venéreas.
Na época, as casas de passe tinham a distingui-las sobre a porta um ramo de loureiro. De acordo com essa leitura, a canção seria um incentivo à despenalização e um hino à liberalização das orgias sexuais. Todas estas leituras podem ser encaixadas em correntes de sentido na paixão do jovem estudante, protagonista da novela.
Apesar da admissão do próprio Joyce, a comunidade literária teve muita resistência a admitir Dujarin como pai dessa técnica revolucionária. Tratava-se de um autor mais velho, que pertencera à geração que «os novos» tinham precisamente a intenção de destruir.
Na verdade, Dujardin teve uma vida longa, falecendo aos 88 anos e atravessando várias escolas e movimentos, mas ficou sobretudo associado ao simbolismo. Apesar de ter continuado a experimentar técnicas narrativas, era visto pelo meio literário como um monumento de outras eras.
Com um enredo intencionalmente difuso, a novela segue a vida de um estudante em Paris durante seis horas. O estudante antecipa o encontro com a bela actiz Lea d'Arsay, que o irá aceitar como amante (muito embora, na realidade, esteja apenas interessada no seu dinheiro).
As seis horas de anseios, dúvidas e motivação pessoal são, como mais tarde descreveu o seu Autor, «um romance de algumas horas, de uma acção banal, com um personagem aleatório». O interesse do Autor residia na forma de contar a realidade de uma pessoa comum: os seus pensamentos, a sua mente, tendo o Autor a menor intervenção possível nessa realidade inquestionável.
O título do livro tem origem numa canção com rima escrita por Madame de Pompadour, a famosa amante do rei francês Luís XV, em 1753. A canção descreve o ciclo da natureza, a morte e o renascimento da vida. No entanto, tem também um hipotético segundo sentido relativo à proibição das casas de passe devido a um surto de doenças venéreas.
Na época, as casas de passe tinham a distingui-las sobre a porta um ramo de loureiro. De acordo com essa leitura, a canção seria um incentivo à despenalização e um hino à liberalização das orgias sexuais. Todas estas leituras podem ser encaixadas em correntes de sentido na paixão do jovem estudante, protagonista da novela.
Apesar da admissão do próprio Joyce, a comunidade literária teve muita resistência a admitir Dujarin como pai dessa técnica revolucionária. Tratava-se de um autor mais velho, que pertencera à geração que «os novos» tinham precisamente a intenção de destruir.
Na verdade, Dujardin teve uma vida longa, falecendo aos 88 anos e atravessando várias escolas e movimentos, mas ficou sobretudo associado ao simbolismo. Apesar de ter continuado a experimentar técnicas narrativas, era visto pelo meio literário como um monumento de outras eras.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898872739 |
| Editor: | E-primatur |
| Data de Lançamento: | setembro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 134 x 208 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 140 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789898872739 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%MervynSistema Solar11,70€
13,00€ -
30%Ainda OntemE-primatur19,92€ 20% + 10% CARTÃOportes grátis