Os Fantasmas de Goya

de Milos Forman e Jean-Claude Carrière
Editor: Edições Asa, abril de 2007 ‧
Uma trágica história de amor passada numa Espanha decadente, entre as ruínas do Império e as ameaças da Revolução Francesa, numa época em que o fanatismo religioso entra em choque com o ateísmo, a tirania com a democracia e o desejo com a morte.

Em 1792, durante o reinado de Carlos IV, a Espanha é ainda um vasto império e a Inquisição, embora enfraquecida, trata de reprimir as ideias que chegam da Europa iluminada e, sobretudo, da França Revolucionária. É neste mundo tacanho que Goya se torna pintor da corte; entre os seus clientes encontram-se Lorenzo Casamares, um influente dominicano do Santo Ofício, e Inés de Bilbatua, a sua jovem e bela musa. Quando Inés é acusada de heresia e julgada, Goya tenta salvar-lhe a vida apelando a Lorenzo, que, sedento de poder, lidera o ressurgimento da Inquisição. Mas o destino de ambos está marcado desde o primeiro momento. Lorenzo sucumbe aos encantos de Inés, que é detida, torturada e abandonada à sua sorte, enquanto Lorenzo é banido da Igreja espanhola e foge para França. Passados quase vinte anos, o reencontro destes três personagens torna-se inevitável...

Os Fantasmas de Goya serviu de base ao filme homónimo, que conta com as interpretações de Natalie Portman e Javier Bardem: uma trágica história de amor e uma relação que opõe duas visões da vida - a de um extremista que quer mudar o mundo e a de um pintor que apenas quer retratar o mundo tal como o vê.

Os Fantasmas de Goya

de Milos Forman e Jean-Claude Carrière

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724149455
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 156 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789724149455

Um bom Livro!

Ilda Queirós

Foi um livro muito interessante que me transportou para aquela época e que me fez sentir preveligiada pela época em que vivo, e como pintora que sou gostei de imaginar o que o levava a pintar e a forma como transportava para a tela o que via e sentia. Fez-me olhar para os quadros dele de uma forma diferente, é esse o poder de um bom livro!

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