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Os Dentes de Três Tigres Tristes

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Ana Biscaia
Editor: Editorial Caminho, julho de 2026 ‧
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Cuidado: este livro contém tigres, trocadilhos e imaginação em estado selvagem.

Há imensas coisas que não existem que existem, além de que tudo aquilo que não existe passa a existir, depois de ser inventado. Quando não existe aquilo de que precisamos, inventamo-lo e já está… e ainda bem! Porque uma coisa que deixa as pessoas mesmo tristes é que não exista o que não existe, como dizia o poeta Manuel António Pina.

Esta é uma história sobre a existência de três tigres tristes que não existem. Os tigres dentes de… tigres dentes... tigres dentes de quê!?

Escrito com o humor, a originalidade e a mestria a que já nos habituou, Rita Taborda Duarte convida-nos, através do seu texto e das ilustrações fantásticas e cómicas de Ana Biscaia, a mergulhar no universo das palavras e da linguagem.

Num universo pré-histórico inesperado e repleto de trocadilhos, o livro desafia os leitores a brincar com a língua, a experimentar sons e sentidos e a dar livre curso à sua imaginação.

Os Dentes de Três Tigres Tristes

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Ana Biscaia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722134255
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 193 x 267 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Infantil (6 a 10 anos)
EAN: 9789722134255

SOBRE O AUTOR

Rita Taborda Duarte

Rita Taborda Duarte nasceu a 26 de abril de 1973, portanto nasceu em ditadura, mas cresceu em liberdade. Em 2003, venceu o prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian, com o seu primeiro livro para a infância, A Verdadeira História da Alice, e desde esse dia passa o tempo a escrever para crianças (e também para adultos). Certo dia, numa escola, um menino perguntou-lhe se gostava de ser uma escritora infantil. A partir daí, assumiu o epíteto de escritora (um bocado) infantil e nunca mais deixou de brincar com as palavras, sempre com os pés bem assentes na lua.

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