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Os Canhões de Santarém que Floriram em Lisboa

de Jaime Fernandes
Editor: Âncora Editora, junho de 2015 ‧
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Este relato fidedigno da Revolução do 25 de Abril enriquecido, para uma leitura mais ávida, pelo romance de algumas personagens fictícias, criadas em exemplos de vida realmente vividas, assinala também a importância da cidade de Santarém, onde Jaime Fernandes nasceu e cimentou a sua militância discreta mas firme, no seu "papel histórico na criação de uma consciência social e política que gerou Abril", nas palavras do seu companheiro de luta, José João Louro, na entrevista que em Abril de 2015, concedeu ao centenário Correio do Ribatejo.

Os Canhões de Santarém que Floriram em Lisboa

de Jaime Fernandes

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727805037
Editor: Âncora Editora
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 231 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789727805037

SOBRE O AUTOR

Jaime Fernandes

Jaime Fernandes nasceu no concelho de Santarém e reside na Ericeira. É licenciado em Geografia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi documentalista nos jornais A Capital e Diário de Notícias. Lecionou no ensino básico e secundário. É autor dos romances Os Canhões de Santarém que Floriram em Lisboa e Voando sobre um Vulcão. Participa, desde os anos 80, no Movimento Internacional para uma Nova Museologia. Participou nas campanhas eleitorais pela Oposição Democrática, integrado nas CDEs do Distrito de Santarém, em 1969, e do Distrito de Lisboa, em 1973. Participou ainda nos Encontros Nacionais da Oposição Democrática, em representação do Distrito de Santarém, nomeadamente em S. Pedro de Moel, Leiria e Lisboa. Quando cumpria o serviço militar foi preso pela polícia política, julgado no Tribunal Plenário e condenado a 22 meses de cadeia, que cumpriu no Forte de Caxias, na Fortaleza de Peniche e no Presídio Militar de Santarém. Terminou o serviço militar na 1.ª Companhia Disciplinar de Penamacor. Viria a ser novamente preso pela polícia política, no Forte de Caxias, de onde seria libertado pelo Movimento das Forças Armadas no dia 27 de abril de 1974.

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