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Os Anjos de Apolo

Uma História do Ballet

de Jennifer Homans
Editor: Edições 70, outubro de 2012 ‧
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Durante mais de quatrocentos anos, a arte do ballet tem estado no âmago da civilização ocidental e as suas tradições funcionam como um registo do nosso passado. Uma bailarina a dançar a Bela Adormecida é um elo numa longa cadeia de dançarinos que remonta à França e á Itália do século XVI. Os seus movimentos graciosos evocam um mundo de cortes, reis e aristocratas, mas os seus passos e gestos também estão marcados pelas mudanças drásticas na dança e na cultura da época. O ballet foi moldado pelos seus tempos: pelo renascimento e o classicismo, pelo iluminismo e o romantismo; pelo bolchevismo e modernismo, mesmo pela Guerra Fria. Nesse sentido, Os Anjos de Apolo é também a primeira história cultural do ballet. O ballet é único: não tem textos escritos nem uma notação padronizada, ao contrário da música, por exemplo. É uma arte de contar histórias que é transmitida de mestre para aluno, e os seus passos não são apenas passos - são um documento vivo de cultura e tradição. Embora a linguagem do ballet seja partilhada por dançarinos em todo o mundo, os seus intérpretes foram desenvolvendo escolas nacionais distintas - francesa, italiana, dinamarquesa, russa, inglesa e norte-americana -, com tradições e expressões próprias, muitas vezes resultantes de convulsões políticas ou ruturas culturais.

Os Anjos de Apolo

Uma História do Ballet

de Jennifer Homans

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724416823
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: outubro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 243 x 56 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 650
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789724416823

Essencial

Ricardo Pereira Reis

Numa escrita rigorosa mas delicada, a autora fornece-nos uma história social do ballet através dos seus principais momentos, criadores e intérpretes. Apesar do seu carácter monumental e de funcionar sobretudo como uma obra de consulta, lê-se como um romance e enriquece a nossa visão sobre uma arte tão bela e apolínea.

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