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Oedipe ; Brouillons Et Textes Inédits

de André Gide
idioma: francês
Editor: HONORE CHAMPION, abril de 2007 ‧
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Drame en trois actes et en prose d'André Gide, oedipe paraît dans la revue Commerce fin 1930. Cette oeuvre elliptique, malheureusement peu republiée depuis 1947, apporte une pierre de fondation non négligeable au théâtre mythologique français du XXe siècle. Elle occupe une position exceptionnelle dans l'oeuvre de Gide, tant par la dédicace au marxiste Bernard Groethuysen que par la recherche d'une parole testamentaire qui l'unit au récit Thésée de 1946. Son audace satirique et ses allusions vivantes à la psychanalyse ont su séduire de grands metteurs en scène tels Georges Pitoëff et Jean Vilar.

Oedipe ; Brouillons Et Textes Inédits

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9782745314536
Editor: HONORE CHAMPION
Data de Lançamento: abril de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textes De Litterature Moderne Contemporaine
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Linguística e Filologia
EAN: 9782745314536

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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