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Odisseia Magnífica

Uma Volta ao Mundo, com Magalhães e Covid-19

de António Graça de Abreu
Editor: Editora Guerra & Paz, setembro de 2020 ‧
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António Graça de Abreu, um dos poucos sinólogos portugueses, viajante impenitente da China, por cujas cidades e províncias e regiões viajou e conheceu ao longo de 40 anos, começou, em Janeiro de 2020, uma singular jornada marítima, a sua segunda volta ao mundo. Foi a vez de Itália, França, Espanha, Portugal, Cabo Verde, Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Polinésia Francesa, Nova Zelândia, Austrália… A intenção era, de novo, saciar o fulgor do olhar, ir em busca da complexidade dos quotidianos das gentes espalhadas pelos mil recantos do globo, navegando ao sabor de todos os mares, na abertura a horizontes esparramados pela imensidão dos oceanos. E, em silêncio, contemplar a sombra da sua própria sombra.
A navegação teve também a mão e a orientação do périplo de Fernão de Magalhães, há quinhentos anos sulcando quase as mesmas águas. Depois, meio à deriva, durante mais de um mês, pelo Pacífico, pelo Índico, pelo mar Vermelho, pelo Mediterrâneo, ainda e sempre no navio Magnífica, em tempo de pandemia, rasgavam-se os mares em busca de um acolhedor bom porto. Este é o diário de bordo de uma fantástica aventura interrompida pela covid-19.

Odisseia Magnífica

Uma Volta ao Mundo, com Magalhães e Covid-19

de António Graça de Abreu

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897025747
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9789897025747

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Inês José

Para além de ser uma obra que nos permite conhecer o mundo e diversas tradições de cada local por onde o autor passa na sua Odisseia, este livro mostra-nos como, de um momento para o outro e sem que nada faça prever, as circunstâncias da nossa vida podem mudar. Aquele que deveria ser um cruzeiro, uma odisseia magnífica, acaba por se tornar uma prisão para o autor, sem poder sair do seu navio, por causa do inesperado vírus que surgiu no mundo - Covid-19.

SOBRE O AUTOR

António Graça de Abreu

Nasceu no Porto, em 1947. Licenciado em Filologia Germânica e mestre em História dos Descobrimentos e da Expansão Porturguesa, foi professor de Língua e Cultura Portuguesa em Pequim e Xangai e tradutor nas Edições de Pequim em Línguas Estrangeiras, entre 1977 e 1981. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Oriente.
Lecionou Sinologia na Universidade Nova de Lisboa, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa, na ex-Missão de Macau, em Lisboa, e fá-lo atualmente no Museu do Oriente e na Universidade de Aveiro.
Traduziu para português O Pavilhão do Ocidente (1985), teatro clássico chinês, os Poemas de Li Bai (1990), Prémio Nacional de Tradução 1991, Poemas de Bai Juyi (1991) Poemas de Wang Wei (1993), Poemas de Han Shan (2009) e o Tao Te Ching, de Lao Zi (2013). É autor dos livros de poesia China de Jade (1997), China de Seda (2001), Terra de Musgo e Alegria (2005), China de Lótus (2006), Cálice de Neblinas e Silêncios (2008), A Cor das Cerejeiras (2010), da biografia de D. Frei Alexandre de Gouveia (1751-1808), bispo de Pequim (2004) e de Toda a China I (2013). É coautor de Sinica Lusitana, vol. I e II (2000 e 2004).
Entre 1996 e 2002, pertenceu ao board da European Association of Chinese Studies (Heidelberga e Oxford).

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