idioma: espanhol
Editor: ALBA EDITORIAL, novembro de 2025 ‧
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?Estar tumbado no era para Oblómov una necesidad como lo es para el enfermo o para el que tiene sueño, ni una casualidad como para el que está cansado, ni siquiera un placer como para el perezoso; era un estado normal.? Sin moverse de su diván, enfundado en un raído batín asiático, el héroe de esa novela es la personificación perfecta de la indolencia y la inactividad. Heredero terrateniente, eterno ausente de una hacienda fraudulentamente administrada, con una malograda carrera en el funcionamiento y en un retraimiento temprano de la vida social, Oblómov conocerá de pronto, al cabo de los años y a instancias de su gran amigo, el emprendedor Shtolz, un extraño renacer, una misteriosa sacudida que por un momento le hará creer en la posibilidad de otra clase de vida, en la que asoman insospechadamente la confianza y el amor.Oblómov (1859) de Iván A. Goncharov es una de las obras centrales de la literatura rusa, una de las máximas ilustraciones del tipo del ?hombre superfluo? que tanto preocupó, asimismo, a Pushkin o a Turguéniev. Diálogos y gestos puros, una perfecta organización dramática, un humor sostenido y elocuente y una narración distanciada y comprensiva a la vez son algunas de las claves de esta magnífica novela en la que todo despide vida y claridad.

Oblomov

de Ivan Alexandrovitch Goncharov

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411782166
Editor: ALBA EDITORIAL
Data de Lançamento: novembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 648
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788411782166

SOBRE O AUTOR

Ivan Alexandrovitch Goncharov

Ivan Alexandrovich Gontcharov nasceu a 6 de Junho de 1812 em Simbirsk (actual Ulianovsk) e morreu a 15 de Setembro de 1891 em São Petersburgo. Filho de uma família de mercadores recém-nobilitados entrou para a Universidade de Moscovo em 1831, graduando-se em 1834. Em 1835, torna-se funcionário do Ministério das Finanças e em 1856 entra para os Serviços de Censura. Entre 1852 e 1855, participa numa expedição científica e naval ao Japão como secretário do almirante, regressa a São Petersburgo por terra, atravessando a Sibéria. Desta viagem resultará o livro A Fragata Pallada (1858). No ano seguinte, acusa Turguénev de plágio, que nunca será provado. Historicamente, vive num momento em que a intelectualidade russa começa a usar as suas obras, de modo consciente, no debate sobre o futuro colectivo do país. Publicou os seus primeiros textos literários em 1836 e o seu primeiro romance, Uma História Comum, em 1847. À época, a crítica literária considerou-o o sucessor de Gogol. Além dos mencionados, publicou os seguintes livros: Oblomov (1859) e O Precipício (1869). A partir da década de 1870, escreveu vários artigos de crítica e de memórias para jornais. Antes de morrer queimou vários manuscritos inéditos.

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