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O Táxi N.º 9297

de Reinaldo Ferreira
Editor: Relógio D'Água, abril de 2019 ‧
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Em março de 1926, verificou-se em Lisboa o assassínio da atriz Maria Alves, estrangulada num táxi com o número 9297 e lançada para a valeta. Investigando por conta própria e baseando-se em anteriores crimes semelhantes, o jornalista Reinaldo Ferreira, conhecido como Repórter X, sugere, nos jornais, que o culpado é o ex-empresário da vítima, Augusto Gomes. Posteriores investigações policiais confirmam a hipótese.

No ano seguinte, Reinaldo Ferreira aluga os estúdios Invicta Film, no Porto, para realizar o filme O Táxi N.º 9297, que tem como ponto de partida a morte de Maria Alves e vai obter os elogios da crítica e a adesão do público.

Entre os atores, está a já então famosa Maria Emília Castelo Branco no papel de Raquel de Monteverde. Aproveitando o êxito do filme, Reinaldo Ferreira adaptou o enredo ao teatro, escrevendo a peça que agora se reedita como novela policial.

Trata-se de um dos primeiros «policiais» escritos por um autor português, onde um enigma surge envolto num enredo de estranhas personagens e uma conspiração internacional que tem Lisboa como cenário.

O Táxi N.º 9297

de Reinaldo Ferreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896419301
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: abril de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 234 x 12 mm
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Coleção: Crime Imperfeito
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789896419301

SOBRE O AUTOR

Reinaldo Ferreira

Nasceu em Lisboa a 10 de agosto de 1897. Em 1914, ingressou na redação d’ A Capital, onde deu os primeiros passos no jornalismo. A propensão para o insólito, para o espetacular, levou-o a tornar-se também um verdadeiro mestre da literatura policial. Em 1919, casou-se e passou um ano em Paris, antes de se radicar em Espanha, onde, além do jornalismo e da ficção, desenvolveu outra vertente do seu talento multifacetado: o de realizador de cinema. Em rota de colisão com o regime de Primo de Rivera, em 1924 teve de regressar a Portugal, para não ser preso, passando a colaborar com várias publicações de Lisboa, primeiro, e do Porto, a seguir. Data dessa altura a gralha tipográfica que ditou o pseudónimo Repórter X, com que assinou algumas das prosas mais sensacionais da sua carreira tão breve quanto prolífica. Intenso por natureza, Reinaldo consumiu a vida com a avidez da paixão que faz perder os heróis trágicos. Tendo encontrado na morfina um bálsamo para males de amor e combustível para a criação, ex-morfinómano se confessou num belo livro de memórias, para logo depois reincidir no velho hábito, que destruiu o pouco que lhe restava da saúde débil. Morreu aos 38 anos, em Lisboa, a 4 de outubro de 1935.

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