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O Segundo Avião

de Martin Amis
Editor: Quetzal Editores, setembro de 2011 ‧
7,50€
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Martin Amis escreveu pela primeira vez sobre o 11 de Setembro num artigo para o Guardian que começava assim: "Foi o advento do segundo avião, a adejar já baixo por cima da Estátua da Liberdade: foi esse o momento decisivo." Regressou ao tema regularmente com ensaios, críticas e dois contos notáveis: No Palácio do Fim e Os Últimos Dias de Muhammad Atta. Todos os textos estão agora reunidos neste volume - que inclui ainda um relato das viagens que fez com Tony Blair a Belfast, Washington, Bagdade e Basra - que a Quetzal publica para assinalar os 10 anos do atentado terrorista que mudou o mundo.

“Possivelmente o mais empenhado escritor dos nossos tempos.”
The Times

“Uma leitura essencial.”
Observer

“Incisivo, profundamente informado e informativo.”
Independent on Sunday

“De importância vital.”
Literary Review

“Divertido, espirituoso, profundo e desconfortável.”
Independent

O Segundo Avião

de Martin Amis

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725649640
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: setembro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 236 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Serpente Emplumada
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789725649640

Pertinente

Irene Campos Duarte Ribeiro

Estou a meio da leitura desta obra. Já li o "The interest zone" e gostei. Este apenas vou a meio e só posso referir que me parece pertinente esta abordagem a este assunto e o tempo em que o autor a fez. Por enquanto nada mais possa acrescentar pois ainda não acabei. Gosto do tipo de "abordagem" mordaz.

SOBRE O AUTOR

Martin Amis

Martin Amis (Oxford, 25 de agosto de 1949 – Lake Worth, 19 de maio de 2023) foi um dos autores de língua inglesa mais importantes e controversos. Nasceu no País de Gales e é filho do escritor Kingsley Amis. A matéria-prima dos seus romances radica no absurdo da condição pós-moderna e nos excessos do capitalismo tardio das sociedades ocidentais; e o seu inconfundível estilo é compulsivo, terrivelmente vivo. Saul Bellow, Vladimir Nabokov e James Joyce eram as suas grandes referências literárias. Por seu turno, influenciou uma nova geração de romancistas, como Will Self ou Zadie Smith.

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