O Riso de Mozart
Música, pintura, cinema, literatura
Editor:
Documenta, Janeiro de 2016 ‧
ver detalhes do produto
16,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
UTJOcFEzVmxZbEZRVkdwek56bHdiblJqU0hGeFRYSllLemhMTWxwc2J6UmtNMDVaYm5jdk9TczJXVzQzT0dwQlpFMURNMHBZYjI4ME9ERlJTM0E0Y2xKcVJXZzJiRnBTZFd4UFVUUldiRmhoUkRsek1reFhhVmwzTlZaUFVTOVBXWGhKVWxGVVVFMDFSa1pSZGpsbVlVbFFVSHBPYzJneGExZzNMM3B3YTNoUVFUa3pNSEV3UW1oRGQwaDJhSEF3UzFSUmJtOXlXRkZSYWxoSVRWWnpVR3BwTVM5RWRDOXpWbVZFVjFSdldEQklSVTFCVUZsa1YzZDVLek0xTTJsVFFWVnJRMlV3Y2tWdWFIUmlaMk5VYVhsYVRtWTBkbk54T1U1Tk4yMUhSRkpKY2s1TWFFbFZNRmRLYlZGS05tWkRWVXBGTkV0Q2IyUm5SbGRGUWs5VmQwTmlTa3RxV2xWb1ExZHdNbTloVlVkQ1RVaFhkaTlwYTBWNVdrNTZUbFp3YlUxWVRUZHpWWFpvUXpacmExRmxNa1Y0YUc5NVpqaHZhV1J1V0hKaVFYQjNUVFo0ZVhkMFdFMVVkV1YwYVZSRmVFMVRNMnRXYTNoak9WQlhjVWxQU2pWQ2VuVXJMMUIzVlc5WU4zcEpVM1pKTmxSa2NEYzROVVpHWnprMFNtSk9NVFpDZFRWRWJXdFdORkJGYmxkMlFscG5RakJ3Y2tnNFVubzFjMmt6WVdGQ1NUbEpRVWhwVlRad1RWTnNaVlpzTXpObVoxSm9ZazByVkhOWVIzZFFTWEpvWlRoclJsZGtLMFk0VTBaa1kwVktiREZJYjIxRGNGQkthRVpPVDJSeGJsbFFkbHB6VUVoTkx5OUJWMjUwVldsbWNYbDFRakJPY0ZGdGN6aHdObWgzZGpCMWNtNUhSVEZ1V25neGNtcFVUM1ZTTDNvNVFVa3JjWHBsZUZvNFV6SmlXVzVPUTJoa1dURlFhMWh1UTJ0eU4ySldWVVp5TW5kcEt6bDNSVWNyTDFSRldEUkRNbGxDVUZCalkzcFZSa0p4Y0VKMWFta3JUWEZQWlZSc1IzaGthV3M0Y2pKWU16Y3ZRVkF6VkdZMlJHSmxiSFJuWXk5b2RFZFpWRzlwTkc5blltdGhNM2hxTWpCVlRrVk9NSFZPYjNveFFtb3pUMGQyVm1SdVRXbGhNRXRtTkdWRFJHNTVVRU50YTNaTU1GZHNlWG8yVnpGblpsa3ZUemQwTUV0ak5qSldSMlZ4UjAxUVdVcEpZMVpPU0ZRMk1tdFBRa3hMZDAxdFltUlJRa1JxZGtobE1VRnZWRGhLVkU0M1pEQm1WMnhQZGk5UU1XbEZaRGRPVFVkNjpwbnJoQkl6dFVzNlZoWGM1eDBWU0tBPT0=
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
Música, significação e sentido, o problema da expressão: inexpressionismo da música — o falso dilema figurativo/abstracto, abstracção/realidade, na arte — pintura, o visível e o invisível, o enigma da visibilidade — das maçãs cézannianas aos ready-made — o efeito-Duchamp e a anomia «pós-moderna» — violência psicomecânica, violência figurativa e violência estética da imagem cinematográfica: os poderes do cinema — a especificidade do cinema e a banalidade audiovisual — a literatura, a arte do romance, e a sua vocação analítica da existencialidade humana — pensamento, crítica e criação na época da cultura massmediática — vitalismo de toda a arte: fender o cérebro, fender os muros do impossível.
«É a vida que ri no riso de Mozart, é ela o "sujeito" desse magnífico riso, e que ri não da sua auto-negação por imitação da matéria mas da sua auto-afirmação por criação do espírito. O além-imagem de onde sobrevém de modo fantasmal esse riso no fim de "Amadeus" não é o além-túmulo, não é o não-lugar da morte pessoal de Mozart, mas antes o fora-decampo absoluto da vida supra-histórica da sua criação musical genial, o tempo não cronológico, a forma de imortalidade ou de eternidade, dessa criação espiritual. O riso de Mozart é a Alegria pura, mesmo quando não pessoalmente extrovertida, de todos os excepcionais criadores em todos os domínios, a sua sensação de transcendência da vida biopsíquica pessoal numa vida não pessoal do espírito que não morre com a morte do criador. A espectralidade desse riso na sua derradeira aparição não é metáfora, o cinema não se faz com metáforas, é a imagem sonora exacta, absolutamente literal, dessa vida do espírito que se eleva dos corpos, que se desprende da finitude dos sujeitos, e fica.»
Sousa Dias
«É a vida que ri no riso de Mozart, é ela o "sujeito" desse magnífico riso, e que ri não da sua auto-negação por imitação da matéria mas da sua auto-afirmação por criação do espírito. O além-imagem de onde sobrevém de modo fantasmal esse riso no fim de "Amadeus" não é o além-túmulo, não é o não-lugar da morte pessoal de Mozart, mas antes o fora-decampo absoluto da vida supra-histórica da sua criação musical genial, o tempo não cronológico, a forma de imortalidade ou de eternidade, dessa criação espiritual. O riso de Mozart é a Alegria pura, mesmo quando não pessoalmente extrovertida, de todos os excepcionais criadores em todos os domínios, a sua sensação de transcendência da vida biopsíquica pessoal numa vida não pessoal do espírito que não morre com a morte do criador. A espectralidade desse riso na sua derradeira aparição não é metáfora, o cinema não se faz com metáforas, é a imagem sonora exacta, absolutamente literal, dessa vida do espírito que se eleva dos corpos, que se desprende da finitude dos sujeitos, e fica.»
Sousa Dias
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898834058 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 143 x 205 x 13 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 272 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Outros
|
| EAN: | 9789898834058 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Transversal Mente10%Caleidoscópio15,00€ 10% CARTÃO
-
Conhecimento Prudente Para Uma Vida Decente10%Edições Afrontamento30,28€ 10% CARTÃOportes grátis