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O Relógio Vermelho

de Pedro Botas
Editor: Chiado Books, julho de 2024 ‧
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Um vazio, suponho, será tudo o que vou encontrar. Mas, para meu espanto, encontro-me a mim mesmo, sorridente e pergunto-me:

"Quem és?"

A resposta surpreende-me e o silêncio traz-me a resposta que nunca esperei encontrar: "Sou um suspiro na noite, um brilho no céu. Sou uma dúvida, no entanto, tu sabes tal como eu que és e sou toda a correria, toda a dor a que já nos habituámos. Somos a certeza de que a única coisa que precisamos para alcançar aquele paraíso secreto que ambicionamos é um pouco de ar que nos sai dos pulmões quando gritamos que queremos amar."

Este livro, dividido em capítulos, é um retracto introspectivo de quem se sente desconectado do mundo, onde podemos encontrar reflexões sobre a condição humana, o amor e a liberdade, numa procura pela autenticidade com momentos de humor. No fundo, a ser alguma coisa, é um livro sobre nada, onde o nada se confunde com tudo o que queremos ser.

O Relógio Vermelho

de Pedro Botas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893777886
Editor: Chiado Books
Data de Lançamento: julho de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 231 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 92
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789893777886

Incrível

AB

Viciante ! Fácil de ler , consegue cativar nos por as palavras simples e verdadeiras de pensamentos e sonhos . Parabéns

Incrível

AB

Um incrível que nos leva além do normal , pensamentos e reflexões tão reais . Muito bem escrito e muito fácil de ler . Parabéns

SOBRE O AUTOR

Pedro Botas

Pedro Botas nasceu em Setúbal em 1988. Passou grande parte da infância no Bairro da Tetra, onde teve a sorte de poder passar as tardes a jogar ao berlinde e a andar de bicicleta sem grandes preocupações. O mundo na altura era um lugar diferente. A pastelaria Capri, no largo da Misericórdia, continua a ser um refúgio onde passou tantas tardes a jogar à bola, em frente ao Capricho Setubalense. Agora, delicia-se em adulto com um café e um laço. A escrita nunca foi parte da sua vida até à adolescência, onde encontrou nas teclas um escape da realidade que absorvia e o absorvia, onde por vezes se perdia. Foi nas letras que encontrou um lugar onde podia ser quem julgava ser, e onde agora se encontra, ao tentar transmitir o que sente, através da sua maneira de ser.

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