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O Regresso dos Andorinhões

de Fernando Aramburu
Livro eBook
Editor: Dom Quixote, maio de 2022 ‧
28,80€
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Toni, um professor de Filosofia zangado com o mundo, decide pôr fim à vida. Por mais livros que tenha lido, Toni confessa que há coisas que não entende, e acredita que já viveu o que tinha de viver. Meticuloso e sereno, escolheu a data: dentro de um ano. Até lá, tentará colocar todos os seus assuntos em dia e descobrir as verdadeiras razões desta resolução. Mas apenas o regresso dos andorinhões, na primavera, confirmará se tomou a decisão certa.

Durante a contagem decrescente que vai de 1 de agosto de 2018 até à data escolhida para o suicídio, Toni desfaz-se gradualmente dos seus pertences e, todas as noites, no apartamento que partilha com a cadela Pepa, dedica-se a escrever uma crónica pessoal, dura e descrente, mas não menos terna e cheia de humor.

Na sucessão de episódios amorosos e familiares de uma constelação humana viciante, Toni, um homem desorientado, mas determinado a contar as suas ruínas, dá-nos, paradoxalmente, uma lição de vida inesquecível.

O Regresso dos Andorinhões

de Fernando Aramburu

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722074988
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: maio de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 243 x 50 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 808
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722074988

Surpreendente

Ana Patrício

Nunca tinha lido nada do autor, foi uma surpresa! Inicialmente supus ser difícil ler 800 páginas de uma espécie de diário de um professor do Secundário. Ainda para mais, de Filosofia. Eu que fui professora de História durante 30 anos! Que livro bem escrito! Li de um fôlego e já comprei mais dois deste autor que sabe 'desenhar' pessoas e descrever sentimentos. O final é como eu estava à espera. Leiam, por favor!

Uma história simples cheia de humanidade

António Eliseu

Sem heróis, vilões, santos ou assassinos; sem papas, imperadores, reis ou presidentes; sem caudilhos, generais, guerras ou exércitos, esta é a verdadeira História da Humanidade em que o comum dos mortais facilmente se revê ou conhece algum dos protagonistas.

Envolvente

Teresa Diniz

Gostei muito. Gostei de acompanhar o dia a dia do professor, as suas emoções, os seus pensamentos, os seus relacionamentos. Muito bem escrito e envolvente, não se dá pelas 800 páginas. Tive pena de o livro acabar e não poder saber mais nada do professor. Tem um fim delicioso e imprevisível que reforça a minha fé no ser humano. Foi o único livro que li do escritor, quero ler mais.

Uma história de vida

Cláudia Santos

Acabei de ler este livro. E no calor do momento tenho a dizer que me emocionei com o final. Não estava à espera do fim marcado pelo narrador, mas, a quente, aquilo de que eu estava à espera foi um momento poético que me surpreendeu. As 800 páginas deste livro foram devoradas à espera de um final feliz. E tanto que aprendi.

Excecional

Mário Cordeiro

Pátria fica muito próximo da perfeição, na forma e no conteúdo, tendo até em vista que a perfeição literária não existe. O ´´regresso´´ colocava uma expetativa muito elevada, mas a leitura é arrebatadora. Apetece ler de um fôlego e tê-lo-ia feito, não fôra o facto de ter mais de 700 páginas. Romance admirável, belo, muito bem escrito (e excelentemente traduzido, sublinhe-se), e que mexe muito com toda a nossa paleta de sentimentos. Recomendo vivamente!

Excepcional !!

M.Geraldo

A fasquia após ter lido Pátria estava alta, no entanto este romance não ficou atrás . Maravilhosamente escrito, terno e com muito sentido de humor , descreve a vida como ela é, altos e baixos, ilusões e desilusões , no fim o amor consegue tudo !!

Excepcional

Catarina Neto

Uma personagem decide que daí a um ano, exactamente, se vai suicidar.A medida que os meses passam vai reflectindo sobre o seu passado familiar, o seu casamento falhado, solitário com um único amigo por companhia vão conversando sobre o desejo de morte que também os une. Escrito com um humor refinado não deixa se ser um hino a vida. Excepcional.

SOBRE O AUTOR

Fernando Aramburu

Fernando Aramburu nasceu em San Sebastián, em 1959. É licenciado em Filologia Hispânica pela Universidade de Saragoça e foi membro do Grupo CLOC de Arte y Desarte.
Considerado um dos narradores mais destacados em língua espanhola, é autor dos romances Fuegos con limón (1996), Los ojos vacíos (2000, Prémio Euskadi), que juntamente com Bami sin sombra (2005) e La gran Marivián (2013) formam a «Trilogía de Antíbula», El trompetista del Utopía (2003), Viaje con Clara por Alemania (2010), Años lentos (2012, VII Prémio Tusquets Editores de Romance e Prémio dos Livreiros de Madrid) e Ávidas pretensiones (Prémio Biblioteca Breve 2014). Publicou também os livros de contos Los peces de la amargura (2006, XI Prémio Mario Vargas Llosa NH, IV Prémio Dulce Chacón e Prémio Real Academia Espanhola 2008) e El vigilante del fiordo (2011), e a sua poesia completa está reunida em Sinfonía corporal (2023).
Pátria (2016) foi considerado um dos livros mais impressionantes da literatura espanhola contemporânea, tendo-lhe sido atribuídos o Prémio Nacional de Narrativa, o Prémio Nacional da Crítica, o Prémio Euskadi de Literatura, o Prémio Strega Europeu e o Prémio Lampedusa, entre outros. Foi traduzido para mais de 30 línguas e adaptado para televisão numa série da HBO. O Regresso dos Andorinhões (2021) e Filhos da Fábula (2023) confirmaram-no como um dos melhores escritores europeus.

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